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	<title>Papo de Blogueira | Suhellen Dolenga</title>
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	<title>Papo de Blogueira | Suhellen Dolenga</title>
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		<title>Onde foi que a gente se perdeu? Desabafo de uma Millennial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suhellen Dolenga]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 14:11:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Já faz um tempo que me pego refletindo sobre o ponto em que chegamos. Sabe aquela sensação de esgotamento mental, de tentar equilibrar mil pratinhos e ainda assim sentir que está devendo algo? Pois é. Quem me vê de fora, postando com frequência, pode até imaginar que existe uma grande equipe por trás, contratos milionários &#8230; </p>
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<p class="wp-block-paragraph">Já faz um tempo que me pego refletindo sobre o ponto em que chegamos. Sabe aquela sensação de esgotamento mental, de tentar equilibrar mil pratinhos e ainda assim sentir que está devendo algo? Pois é. Quem me vê de fora, postando com frequência, pode até imaginar que existe uma grande equipe por trás, contratos milionários ou uma fama glamorosa. Mas a realidade é bem mais silenciosa e solitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cansaço que eu sinto não é só meu. É seu também, e de quase todo mundo que você conhece. Hoje, fomos convencidos de que &#8220;precisamos&#8221; estar no digital. Seu negócio precisa de um perfil, você precisa criar uma narrativa para vender seu serviço e, muitas vezes, é necessário performar um estilo de vida que nem sempre condiz com o que acontece quando a tela desliga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nostalgia de quando tudo era mais leve&#8230;<br>Sinto falta daquela leveza dos anos 90 e 2000. Da época em que a nossa maior preocupação era o jogo de bets na calçada, o gosto do suco de laranja Tang e as risadas por qualquer bobagem. Havia uma magia em esperar a meia-noite para conectar a internet discada, era um universo novo, um pouco obscuro, mas genuíno. A gente entrava no bate-papo do Terra só para reencontrar aquele amigo do dia anterior e contar como foi a tarde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As redes sociais em si não são vilãs, mas a forma como o &#8220;jogo&#8221; mudou transformou tudo em obrigação. O que era conexão virou vitrine; o que era diversão virou métrica. Até quem jurou que nunca usaria o digital profissionalmente hoje se vê refém, com medo de que seu trabalho se torne obsoleto se não postar um <em>story </em>interessante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Precisei parar, respirar e entender onde eu me encaixo nisso tudo sem perder minha saúde mental. Por isso, decidi canalizar minha energia e minha criatividade de uma forma mais profunda e menos frenética.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, não estou abandonando aqui, amo meu cantinho com vocês e sempre irei postar, mas estou focando as minhas energias no meu canal no YouTube. Quero construir um espaço onde a conversa possa ter mais tempo, mais verdade e menos correria. Te espero por lá para continuarmos esse papo de um jeito mais humano além dos meus podcast que ficam na lateral e menu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">[Acesse meu <a href="https://www.youtube.com/@suhellendolenga">Canal no Youtube</a> e me acompanhe por lá, também.]</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um beijo, Suh Dolenga</p>
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		<title>Melisseiras (preferência de Curitiba) estou desapegando!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suhellen Dolenga]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 14:03:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Papo de Blogueira]]></category>
		<category><![CDATA[melissa]]></category>
		<category><![CDATA[Melissa Groovy Wedge]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gurias, preferência de Curitiba e região, estou desapegando de duas Melissas da minha coleção. Melisseira, sempre Melisseira, mas a fase de ter uma grande coleção passou, com o tempo fui mudando um pouco a maneira de ver o consumo da moda e também meu estilo. Atualmente estou com duas Melissas ainda a venda, novas, nunca &#8230; </p>
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<p class="wp-block-paragraph">Gurias, <strong>preferência de Curitiba e região</strong>, estou desapegando de duas Melissas da minha coleção. Melisseira, sempre Melisseira, mas a fase de ter uma grande coleção passou, com o tempo fui mudando um pouco a maneira de ver o consumo da moda e também meu estilo. <strong>Atualmente estou com duas Melissas ainda a venda, novas, nunca usadas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melissa Party Heel (Tamanho 36, nova/nunca usada &#8211; R$180 (PIX)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(Comprei ela na pré-venda por R$299,90)</em></p>



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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melissa Groovy Wedge (Tamanho 36, nova/nunca usada &#8211; R$140 (PIX)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(Comprei ela por R$229,90)</em></p>


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					Melissa Groovy Wedge				</div>
										</div>
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<p class="wp-block-paragraph">Em caso de interesse nelas, entre em contato comigo pelo e-mail <a href="mailto:consultoria@suhellendolenga.com.br">consultoria@suhellendolenga.com.br</a> ou manda mensagem no meu Instagram <a href="https://www.instagram.com/suhellendolenga" type="link" id="https://www.instagram.com/suhellendolenga">@suhellendolenga</a> . Em Curitiba, combinamos retirada em algum local, caso de outra cidade será cobrado o frete*</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em caso de dúvida, comenta abaixo!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um beijo, Suh Dolenga</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Notas de estilo, por trás da roupa: onde o look vira história</title>
		<link>https://suhellendolenga.com.br/notas-de-estilo-por-tras-da-roupa-onde-o-look-vira-historia/</link>
					<comments>https://suhellendolenga.com.br/notas-de-estilo-por-tras-da-roupa-onde-o-look-vira-historia/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suhellen Dolenga]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 14:45:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Papo de Blogueira]]></category>
		<category><![CDATA[blogueira de moda]]></category>
		<category><![CDATA[look do dia]]></category>
		<category><![CDATA[lookbook]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem viveu a era de ouro dos blogs de moda sabe do que estou falando. Aquela época em que a gente não postava só uma foto rápida com uma música de fundo&#8230; a gente sentava, escolhia as fotos com cuidado e escrevia. Escrevia sobre o que sentiu ao usar aquele vestido, onde comprou aquela bota &#8230; </p>
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<p class="wp-block-paragraph">Quem viveu a era de ouro dos blogs de moda sabe do que estou falando. Aquela época em que a gente não postava só uma foto rápida com uma música de fundo&#8230; a gente sentava, escolhia as fotos com cuidado e escrevia. Escrevia sobre o que sentiu ao usar aquele vestido, onde comprou aquela bota de brechó e como aquela combinação mudou o nosso humor no dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sinto falta dessa lentidão. De olhar para o guarda-roupa não como uma pilha de tendências passageiras, mas como um arquivo de memórias. Aqui no blog eu montei uma <strong><a href="https://suhellendolenga.com.br/looks/" type="link" id="https://suhellendolenga.com.br/looks/">página só com meus looks</a></strong>, como um acervo meu pessoal de inspiração nos momentos de bloqueio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia é resgatar a essência dos anos 2000 onde os blogs eram os melhores amigos de todas nós, mas com o olhar que tenho hoje. Menos &#8216;look do dia&#8217; automático e mais &#8216;crônica visual&#8217;. Este é o meu convite para você que também sente falta de profundidade no meio de tanto scroll infinito. Além disso, aqui no blog eu quero falar mais sobre moda, estilo como extensão da nossa história. Vai ter muito preto por aqui sim. Você também sente falta da era dos blogs? O que você mais gostava de ler naquela época?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Farei com looks a partir de agora, 2026, mas para quem quiser ver os meus looks mais antigos, últimos usados, eu posto sempre nas minhas redes sociais, Instagram, TikTok e também na playlist no meu canal no Youtube, confira <a href="https://www.youtube.com/watch?v=7lqqqA_p0jc&amp;list=PLCnNY3Jtz13fmn2IWsnxtJWq5z9HWZ9xI" type="link" id="https://www.youtube.com/watch?v=7lqqqA_p0jc&amp;list=PLCnNY3Jtz13fmn2IWsnxtJWq5z9HWZ9xI"><strong>AQUI</strong></a> e criei a aba Looks aqui no blog, <strong><a href="https://suhellendolenga.com.br/looks/" type="link" id="https://suhellendolenga.com.br/looks/">AQUI</a>.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um beijo, Suh Dolenga</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>A tal calça skinny</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suhellen Dolenga]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 06:53:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Papo de Blogueira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oi, tudo bem? Engraçado pensar que por muitos anos eu só me sentia eu mesma quando estava com uma calça skinny. Nós da geração Millennial, tivemos nossa fase das calças skinnys, da cintura mega baixa, rasgadas&#8230;Eu amava a sensação de algo mais justo, mais marcado, que moldava o corpo. Aquilo, pra mim, representava confiança, presença, &#8230; </p>
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<p class="wp-block-paragraph">Oi, tudo bem?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Engraçado pensar que por muitos anos eu só me sentia eu mesma quando estava com uma calça <em>skinny</em>. Nós da geração <em>Millennial</em>, tivemos nossa fase das calças <em>skinnys</em>, da cintura mega baixa, rasgadas&#8230;Eu amava a sensação de algo mais justo, mais marcado, que moldava o corpo. Aquilo, pra mim, representava confiança, presença, até um certo poder sabendo do pertencimento que ela me trazia. Era como se, quando eu vestisse uma <em>skinny</em>, eu automaticamente me encaixasse na minha própria identidade e na geração mais interessante que já existiu.<br>Mas com o tempo e talvez com a maturidade, eu comecei a mudar essa relação. Hoje, o que eu mais tenho amado são roupas soltas, leves, confortáveis… que me deixam respirar, me movimentar, sem me incomodar. Não só fisicamente, mas emocionalmente também.<br>Eu ainda acho linda uma calça <em>skinny</em>, reconheço o quanto ela foi um marco no meu estilo. Mas hoje eu enxergo beleza também em sentir o tecido mais solto, o corpo mais livre, o movimento natural, sem cobrança. É curioso como o estilo acompanha o que a gente vive. Antes eu queria me mostrar forte, firme, segura. Hoje, eu quero me sentir em paz, presente, inteira.<br>E talvez o amadurecimento seja isso: perceber que o conforto também pode ser bonito, que suavizar não é perder força, é só uma nova forma de expressar quem a gente é agora, mas posso voltar naquele tempo quando sentir necessidade. Porque o estilo pode mudar, o corpo muda, mas a essência continua sendo a mesma, só mais consciente. E se ainda uso a skinny? Sim, algumas vezes eu me visto como aquela jovem do início dos anos 2000 para voltar a uma época que me traz bons sentimentos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse texto não é apenas sobre uma mera calça skinny.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um beijo, Suh Dolenga</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>A primeira tatuagem, o primeiro piercing e o começo de quem eu sou hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suhellen Dolenga]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 19:43:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Papo de Blogueira]]></category>
		<category><![CDATA[amadurecimento]]></category>
		<category><![CDATA[mudança interna]]></category>
		<category><![CDATA[transição de ciclo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oi, tudo bem? Faz algumas semanas que comentei sobre estar sentindo uma mudança interna e uma transição de ciclo acontecendo na minha vida. E isso fez eu enxergar que precisamos parar, entender isso que esta acontecendo e aprender&#8230;muitas vezes pode ser tranquilo, outras nem tanto. Dessa vez eu tenho percebido que essa mudança veio com &#8230; </p>
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<p class="wp-block-paragraph">Oi, tudo bem?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Faz algumas semanas que comentei sobre estar sentindo uma mudança interna e uma transição de ciclo acontecendo na minha vida. E isso fez eu enxergar que precisamos parar, entender isso que esta acontecendo e aprender&#8230;muitas vezes pode ser tranquilo, outras nem tanto. Dessa vez eu tenho percebido que essa mudança veio com força e não tem como eu ignorar como fiz outras vezes e ela veio principalmente pegando pesado no que diz respeito ao que eu mais falo, meu estilo pessoal e até de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Engraçado pensar que meu primeiro salário não foi pra roupa, nem pra sair, nem show… foi pra uma tatuagem e um piercing. Eu lembro exatamente da sensação de liberdade que senti naquele dia, de estar indo em um Studio &#8220;me furar&#8221; literalmente, para uma adolescente, era um mundo novo e que queria estar mais nele. Naquela época eu nem sabia que estava construindo meu estilo, mas cada decisão que eu tomava, seja o corte de cabelo, que durante esse período todo eu brinquei com vários tipos de cabelos, desde ruivo mega longo, a chanel com franja bem Cleópatra, duas cores…enfim, eu me diverti muito e isso é uma das coisas que eu sempre falo, você precisa testar, experimentar, viver a experiencia e se entender novamente… com as roupas pretas, o piercing, tatuagem foi a mesma coisa, era um grito silencioso de ‘<em>essa sou eu</em>’. Eu já contei a minha história aqui e nas redes sociais outras vezes. Naquela época eu nem sabia que estava construindo meu estilo, mas cada decisão sobre os elementos usados era uma maneira de eu mostrar a minha identidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, aquele piercing ainda está aqui, mas em uma versão menor. Mesmo que mais discreto, ele conta uma parte da minha história, como as tatuagens que são pra vida. E da mesma maneira que eu passei por esse momento de descoberta na época, hoje eu to vivendo isso de novo só que de uma forma mais madura, diferente e mesmo com as mudanças, o significado continua porque o estilo é isso: ele cresce com a gente.<br>A gente não deixa de ser quem foi, apenas vai lapidando as versões de si até se reencontrar por completo. Esse é o verdadeiro processo de autoconhecimento. E o piercing continua no nariz, mas o menorzinho, o primeiro que coloquei, aquele brilhinho&#8230;quem sabe em um próximo momento de redescoberta ele não me deixa de vez&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um beijo, Suh Dolenga</p>
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		<title>Mudança interna e transição de ciclo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suhellen Dolenga]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 15:40:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Papo de Blogueira]]></category>
		<category><![CDATA[ciclos que se encerram]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação visual]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[mudança interna]]></category>
		<category><![CDATA[nova fase]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oi, tudo bem? O ano ainda não acabou e algumas coisas já estão acontecendo para o próximo&#8230;Muitos me acompanham e me conhecem bem, sabe que sou transparente em tudo e tenho sentindo que estou passando por uma transição de ciclo, algo muito natural quando a gente vem de um caminho criativo, autêntico e construído com &#8230; </p>
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<p class="wp-block-paragraph">Oi, tudo bem?</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ano ainda não acabou e algumas coisas já estão acontecendo para o próximo&#8230;Muitos me acompanham e me conhecem bem, sabe que sou transparente em tudo e tenho sentindo que estou passando por uma transição de ciclo, algo muito natural quando a gente vem de um caminho criativo, autêntico e construído com alma, mas começa a perceber que a versão que está surgindo dentro de nós quer algo maior, mais maduro e coerente com o agora. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu sinto que tem algo dentro de mim que grita por uma mudança, na forma de levar a vida, de pensar, de falar, me posicionar e de criar como faço. Sinto um desgaste do formato atual em que venho fazendo os meus conteúdos. Sei que já criei uma base sólida, uma comunidade, estética, voz própria, reconhecimento dentro da moda alternativa, mas sinto que esse formato (e até o público atual) não comporta mais o tamanho do que quero expressar. Isso não é desânimo, é expansão. Porém, esta sendo um caos sentir isso, buscando por respostas e novamente, sozinha, porque nem todos entendem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu sinto a necessidade de propósito e profundidade no que trago. O que antes me inspirava começou a parecer “vazio” ou “repetitivo”, e quando acontece isso, é porque a nossa alma quer trazer novas camadas de significado para o que criamos. Talvez o foco agora não seja só o visual alternativo, mas algo como a mulher por trás da estética, o amadurecimento dentro do estilo alternativo, a jornada de autenticidade e autoconhecimento através da imagem. Mas&#8230; o alternativo não é mais algo que eu quero trazer como ponto principal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O público alternativo, especialmente o mais jovem ou apenas consumidor de estética, nem sempre valoriza o serviço que eu faço, mesmo que amem ter um estilo único e como consultora e criadora de algo mais profundo, estou sentindo a necessidade de migrar para um público que busca transformação, consistência e autenticidade consciente. É um público mais maduro, que quer estilo com propósito, não só roupa bonita, tendência ou parecer &#8220;diferentão&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outras palavras: não estou perdendo o que construí, mas lapidando. Estou saindo da fase da estética rebelde e entrando na fase da mulher que vive sua autenticidade com consciência e presença. E sei que haverá muitas que também anseiam por isso. Muitos não entenderão, outros julgaram, mesmo que a gente diga que algumas coisas são ou não são fases, nesse momento eu vejo que não é questão de me prender em algo que esta dentro mim desde que nasci e sempre estará, mas saber trazer isso de forma inteligente e saber valorizar meu conhecimento, meu trabalho além de &#8220;parecer ou buscar ser&#8221; uma criadora de conteúdo de moda alternativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os meus pilares que permanecem e são visíveis que estão na minha essência sempre serão a a<strong>utenticidade</strong>, por sempre criar com verdade e identidade, como também,<strong> mulheres reais, </strong>do qual eu busco falar com as que buscam se encontrar, se expressar e se empoderar através do estilo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo que eu diminua o conteúdo voltado ao estilo alternativo, agora venho com visão mais madura, elegante e simbólica, não apenas estética. A música sempre foi uma energia criativa, o rock e o metal não são só referências visuais, mas força vital e expressão emocional, no meu ver. Ambos fazem parte da minha história, mas as vezes é necessário sabermos recalcular rotas. E sendo sincera, estou cansando de criar, criar, criar de forma a sempre trazer algo que atraia o público, mas hoje que busco por estratégia, mais ainda, por conta da minha loja. Não vejo isso tudo como um erro, uma falha ou o que for, que para muitos sempre é visto como negativo ou quem fique ali torcendo com &#8220;tomara que quebre a cara&#8221;, mas vejo como bom senso, respeito comigo mesma e com tudo que fiz até hoje para chegar onde cheguei, mas saber rever se meu caminho esta sendo o certo ou preciso começar de novo. E nunca tive problemas em recomeçar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui mora o desconforto que sinto, algo que era minha “casa criativa” agora está ficando pequeno.<br>Talvez eu esteja deixando de ser “a criadora de conteúdo alternativa” para se tornar uma<strong> mentora de estilo e expressão autêntica, com mais profundidade e propósito</strong>. Sim. E sinto que o menos é mais, que o minimalismo tem me atraído, que certas coisas já não fazem mais parte da minha nova versão&#8230; e que bom.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fiquem tranquilos, ainda continuo indo em shows, festivais e amando todo esse universo</strong>, mas tem uma parte minha que também ama ver e viver essa mudança nova que esta surgindo. O meu público atual pode estar dividido em parte quer entretenimento e estética, enquanto a outra parte quer aprender e se transformar. Mas penso que o novo público que quero atrair é formado por mulheres que amam o estilo (mesmo alternativo), mas também buscam propósito, autoconhecimento e refinamento. E talvez estejam em transição de amadurecendo o visual, equilibrando o estilo com o trabalho e a vida adulta, querendo se expressar sem perder autenticidade, como sempre falo e acredito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E isso é a tal chave da sua virada. Não estou negando quem sou, <strong>estou evoluindo a forma de expressar a minha essência</strong>. Da mesma forma que falo sobre sair da caixinha, muitas vezes não percebemos que mesmo sendo “alternativa” a gente esta se enfiando em uma e senti que isso me limitou a um nicho pouco disposto a investir no que tenho a servir e me posicionar como uma mulher criativa, autêntica, sofisticada e livre, que une identidade e propósito, que é o meu novo eu.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A minha essência permanece, a autenticidade </strong>visceral, as referências de música, arte e expressão individual, a força feminina sombria, misteriosa e intuitiva, um olhar estético afiado, sensível e autoral e o principal, <strong>a busca por conexão real, não por aprovação</strong>. <strong>Eu não faço as coisas para agradar</strong>, até porque se eu for ver, hoje muita gente não gosta de mim, do que acredito, falo, faço, pela maneira que me posiciono e não vou mudar isso para trazer conforto ao outro e me desrespeitar. Eu nisso tudo, me tornei  uma pessoa sozinha, mas sigo acreditando no que sou e busco levar isso para quem quer isso também. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Minha missão é ajudar mulheres a se expressarem com autenticidade e presença, sem precisar seguir padrões, unindo estilo, essência e propósito.</strong> São pessoas que sentem que já não se reconhecem na forma antiga de se vestir ou se mostrar. Buscam amadurecimento, mas sem abrir mão da personalidade. Querem elevar o visual, comunicar autenticidade e se sentir seguras na própria pele. Estão dispostas a investir em autoconhecimento e imagem pessoal. É quem se identifica com a minha intensidade, mas também admira a minha clareza e profissionalismo. Não é o público que só quer “inspiração de look”,  é o que quer transformação e visão de estilo. Não tem nada de errado você querer inspiração de look, eu compartilho e também busco, mas as coisas mudam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entenda que, <strong>a roupa é o ritual diário que te reconecta com quem você é. Você não está mudando de estilo, está evoluindo a forma de existir. Cada detalhe que uso carrega intenção, nada é aleatório.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2026 essa minha nova fase vai vir mais forte, ela ja esta começando a dar as caras e isso também reflete na minha marca/loja, pois eu sinto que ela também caminha nessa direção. Talvez o ballet tenha mexido com um lado meu que precisava ser aflorado e tem sido incrível, mesmo que no começa seja um pouco assustador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um beijo, Suh Dolenga</p>
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		<title>Comecei ballet depois dos 35, benefícios, dicas, lojas e a ligação com a imagem pessoal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suhellen Dolenga]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 12:39:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Papo de Blogueira]]></category>
		<category><![CDATA[ballet adulto]]></category>
		<category><![CDATA[ballet depois dos 35anos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oi, tudo bem? Faz algum tempo que venho compartilhando conteúdos profissionais e quase nada pessoal. Em alguns posts consigo mesclar os assuntos, mas hoje eu vou falar como uma amiga que quer contar as novidades e talvez isso te ajude a rever como você esta levando sua vida atualmente. Desde 2020 eu tenho focado no &#8230; </p>
<p>O post <a href="https://suhellendolenga.com.br/comecei-ballet-depois-dos-35-beneficios-dicas-lojas-e-a-ligacao-com-a-imagem-pessoal/">Comecei ballet depois dos 35, benefícios, dicas, lojas e a ligação com a imagem pessoal</a> apareceu primeiro em <a href="https://suhellendolenga.com.br">Suhellen Dolenga</a>.</p>
]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Oi, tudo bem?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Faz algum tempo que venho compartilhando conteúdos profissionais e quase nada pessoal. Em alguns posts consigo mesclar os assuntos, mas hoje eu vou falar como uma amiga que quer contar as novidades e talvez isso te ajude a rever como você esta levando sua vida atualmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 2020 eu tenho focado no trabalho e esquecido da minha vida pessoal, principalmente <em>hobbies </em>que basicamente eu joguei tudo em um quartinho escuro e larguei lá para algum dia eu recordar&#8230;pois bem, esse momento chegou. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando crescemos, nos tornamos adultos, principalmente nós mulheres, deixamos muita coisa de lado para se dedicar em projetos, família &#8230;em alguma causa que se for ver bem, nem sempre é nossa responsabilidade, mas cai em nossas mãos. E ter <em>hobby</em>, independente de qual seja, sendo adulta, parece algo de outro mundo, é visto como egoísmo, infantil ou  vem acompanhado com algum tipo de reprovação e comentários etaristas e machista. Não casei, não tenho filhos, mas a cobrança de conquistar as coisas é grande e muitas vezes nós mesmas nos cobramos disso. Eu tenho objetivos e não são pequenos, mas para conquistar eles é necessário estar com a saúde em dia, principalmente a mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E falando em saúde mental, que já não é mais tabu, como nunca tive problemas em dizer das vezes que precisei fazer terapia, por conta da fase &#8220;<em>workaholic</em>&#8220;, além de questões próximas que precisei resolver, na grande parte sozinha. Crise de Pânico, Ansiedade e até Compulsão por compras, foram os problemas que eu adquiri quando as coisas saíram do lugar. Me cuidei, fiz mudanças necessárias e consegui dar a volta por cima. Porém, hoje, mesmo tendo uma vida mais flexível, trabalhando em <em>home office, </em>essa cobrança interna voltou e algumas coisas começaram a desandar novamente&#8230; trabalhar muito com o mental, exige mais que o físico, no meu ponto de vista. Durante muito tempo, ir para o Pilates e academia, me ajudaram muito e ajuda ainda, mas parece que faltava algo&#8230;algo que eu pudesse fazer com vontade, sem parecer uma obrigação, fazer algo que eu goste de fazer, fazer parte de algo, conhecer pessoas que também façam isso, ter um horário da agenda para esse momento em que eu faça algo por prazer, por mime o resto que fique para depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ballet foi a atividade escolhida. Dançar é algo que sempre gostei e dançava muito na infância, adolescência. Percebi que sempre que toca algumas músicas eu solto, &#8220;<em>eu sei a coreografia, eu dancei na escola, eu ainda lembro os passos</em>&#8221; e aquilo da um quentinho no coração. Meu corpo pede por movimento e isso alivia a minha mente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existe inúmeros estilos de danças, mas escolhi o ballet por ser algo totalmente o oposto que estou acostumada, sendo que sou sanguínea, agitada, vou em shows, festivais, adoro uma muvuca de grade, roda&#8230;<em>mosh,</em> escuto músicas e bandas extremas&#8230;enfim. Fazer ballet depois dos 35 parece ser uma das decisões mais poderosas e transformadoras, justamente porque ele traz um contraponto perfeito à intensidade e energia desse estilo de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alguns benefícios que vi, senti ao escolher o ballet já nas primeiras aulas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O ballet trabalha consciência corporal, postura e alongamento, mas de uma forma suave e disciplinada.<br>Pra quem passa o dia criando, produzindo conteúdo e trabalhando no computador, é uma forma de libertar as tensões acumuladas e recuperar leveza sem precisar de impacto ou competitividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O metal é sobre intensidade, peso e presença. O ballet traz o oposto: controle, precisão e leveza. Quando esses dois mundos se encontram, a gente cria um equilíbrio interno poderoso, é como se o corpo encontrasse a mesma harmonia que uma boa música tem entre guitarra pesada e melodia suave. Sabe quando começa aquela música maravilhosa e parece que você pausa tudo a volta e vive aquele momento, sensação que ela transmiti? É isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vocês sabem que eu tenho ansiedade ainda, mesmo que pouca, mas ainda tenho alguns momentos em que eu preciso dar aquela desacelerada e a prática do ballet exige foco no movimento, na respiração e na música. Isso ajuda o cérebro a entrar em estado de fluxo, diminuindo pensamentos acelerados e aliviando o estresse mental que vem do excesso de trabalho e estímulo digital. O Pilates também me ajudou muito nisso, caso alguém busque por fazê-lo&#8230;recomendo muito. Atualmente tenho voltado a fazer os exercícios que aprendi ao longo dos 5 anos que fiz aulas e tem sido ótimo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo sendo uma dança tradicional, o ballet pode ser vivido de forma autêntica, você pode expressar força e sensibilidade ao mesmo tempo. É um espaço pra reconectar-se com a feminilidade, coisa que de certa forma na correria do dia a gente acaba agindo de forma mais ríspida, muitas vezes para conquistar nosso espaço e respeito, mas&#8230; é possível ser feminina e ainda sim, saber se impor. Muitas pessoas confundem feminilidade com ser boba, aceitar tudo de cabeça baixa e não, não é isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Postura, consciência corporal, alongamento, mobilidade articular, tônus muscular, equilíbrio, coordenação e ritmo, tudo isso contribui pra você se sentir mais confiante para realizar as atividades que exigem mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ballet pode se tornar um ritual sagrado dentro da rotina pesada. É o momento em que a gente desliga o modo produtiva e entra no modo presença, um espaço pra cuidar de você, reconectar-se e se permitir sentir leveza sem abrir mão da intensidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E sobre o físico perfeito, sim&#8230;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O ballet pode ajudar a definir o corpo e contribuir no emagrecimento, mas o efeito dele é diferente de um treino de musculação ou HIIT, por exemplo. Ele modela o corpo com leveza e equilíbrio, sem “crescer” músculos nem gerar impacto articular. O ballet trabalha o corpo todo, com foco em força, alongamento e resistência. Os músculos ganham firmeza, mas continuam longos e esguios (por causa da contração com alongamento constante). O resultado é um corpo mais modelado, alongado e definido, com aparência “fina e forte”. Delicada, seria a palavra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma aula de ballet pode queimar calorias, dependendo da intensidade e duração. Mas o que realmente faz diferença é o movimento constante, o controle muscular e a ativação do core (abdômen e lombar o tempo todo). Isso acelera o metabolismo e ajuda na redução de gordura corporal, especialmente se combinado com boa alimentação e sono. O centro do corpo (core) é ativado o tempo todo para manter equilíbrio e postura. Resultado: abdômen mais firme, costas fortalecidas e melhora da postura, o que por si só já muda o visual do corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de aprender tudo em francês, os <em>Pliés, relevés e arabesques</em> ativam glúteos, posteriores e panturrilhas profundamente. Ajuda a levantar e definir o bumbum, deixando o corpo com linhas mais proporcionais e tonificadas. Como há muita movimentação leve e contínua, o ballet melhora a circulação e drenagem linfática, diminuindo inchaços e retenção de líquido. O corpo fica mais leve e as pernas desincham, ótimo pra quem passa muito tempo sentada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por não ser um treino de impacto, os resultados vêm de forma progressiva e sustentável: o corpo muda sutilmente, mas com elegância e naturalidade. É o tipo de exercício que esculpe o corpo e acalma a mente ao mesmo tempo. Se você já treina ou vai à academia, como eu, o ballet é um complemento perfeito, porque adiciona mobilidade, postura e consciência corporal, sem sobrecarregar.</p>



<div class="wp-block-uagb-image aligncenter uagb-block-c4c29859 wp-block-uagb-image--layout-default wp-block-uagb-image--effect-static wp-block-uagb-image--align-center"><figure class="wp-block-uagb-image__figure"><img decoding="async" srcset="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ballet-adulta-1024x576.jpg ,https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ballet-adulta.jpg 780w, https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ballet-adulta.jpg 360w" sizes="auto, (max-width: 480px) 150px" src="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ballet-adulta-1024x576.jpg" alt="" class="uag-image-2959" width="711" height="379" title="ballet adulta" loading="lazy" role="img"/></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Eu estou amando e como sempre falo, ele também conecta com a nossa imagem pessoal</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando você começa a dançar, não muda só o corpo, muda a forma como você sente o seu o corpo. E isso transforma completamente a imagem que o mundo vê. O ballet desperta presença. Os ombros se abrem, o olhar se ergue, a postura se alinha. De repente, você não está apenas “em pé”, você está inteira, com o corpo e a mente conectados. Isso transmite autoconfiança, elegância e serenidade, mesmo sem dizer uma palavra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o mais bonito é o contraste. Pra quem vive no peso e na intensidade, seja do metal, da correria ou da criação, o ballet traz leveza. Uma leveza que não anula a força, mas a refina. É como se você aprendesse a dominar a própria energia: a mesma intensidade que explode num palco, agora flui em movimento, com controle e propósito. Com o tempo, essa energia começa a aparecer em tudo: na maneira como você entra em um ambiente, como fala, como se veste. Sua imagem ganha suavidade sem fragilidade, e uma força silenciosa que vem de dentro. </p>



<p class="wp-block-paragraph">E não, você não está velha(o) para começar fazer algo que sempre quis. O ballet, aos 35, não é sobre se encaixar num molde, é sobre se permitir ser múltipla: forte e leve, rebelde e delicada, metal e movimento. E isso, mais do que qualquer exercício, é o que eleva sua imagem pessoal a outro nível.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E sobre as lojas que comprei, conheço e recomendo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui em Curitiba eu fui primeiro na <strong>Decatlhon </strong>da Avenida das Torres, que é onde todo mundo pensa quando começa um esporte ou atividade física e é possível montar seu kit inicial ali na loja, pois tem meia, sapatilha, collant, saias, blusinhas, bolsa e acessórios. No site eu não vi quase nada, mas na loja física tem o essencial para começar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>Bloch </strong>é uma das lojas mais conhecidas no meio e tem online, mas eu fui na física aqui em Curitiba, que fica no Park Shopping Barigui, onde eu montei meu kit de iniciante. Adorei, tem de tudo. A mesma coisa com a <strong>Só Dança</strong> e a <strong>Trinys</strong>, em Curitiba ficam no Batel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem várias outras lojas e marcas, mas eu recomendo estas que eu conheci, conferi e gostei muito. Se você se identificou e quiser me acompanhar, eu compartilho Vlogs no canal no Youtube e alguns momentos nas redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um beijo, Suh Dolenga</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Também tenho meus momentos de bloqueio criativo (no estilo, também)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suhellen Dolenga]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 20:42:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Papo de Blogueira]]></category>
		<category><![CDATA[bloqueio criativo]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo pessoal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oi, tudo bem? Pelo título já sabe o que pretendo falar aqui e sim, nós que respiramos moda e principalmente quem tem loja online na área, também temos nossos momentos de bloqueio criativo no nosso estilo e sim, mudanças acontecem constantemente. Conforme eu venho estudando, trabalhando, pesquisando, criando, atendendo.. eu percebo o quanto nós estamos &#8230; </p>
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<p class="wp-block-paragraph">Oi, tudo bem?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo título já sabe o que pretendo falar aqui e sim, nós que respiramos moda e principalmente quem tem loja online na área, também temos nossos momentos de bloqueio criativo no nosso estilo e sim, mudanças acontecem constantemente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme eu venho estudando, trabalhando, pesquisando, criando, atendendo.. eu percebo o quanto nós estamos suscetíveis a sofrer com tanta novidade, informação, sensações, lugares, experiências&#8230;enfim, o mundo parece estar em uma corrida olímpica e a gente tentando entender o que esta acontecendo e ainda buscar ter uma imagem/roupa adequada para viver essa loucura, porque precisamos postar a fotinha no feed e mostrar que a vida esta acontecendo&#8230;será mesmo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tendência é algo que hoje em dia tem causado um caos na vida de todo mundo e eu falo com convicção, porque acompanhar tudo que vem surgindo diariamente no mercado, tem feito a gente se perder de quem somos, o que queremos, se estamos atrasados e até feios, sim, feios, porque cada semana é um procedimento estético surgindo (e todo mundo ficando igual), é calça larga bombando na segunda-feira e na sexta a legging já entra em cena como a queridinha do momento e todos passam a usar o look de academia nas ruas, é era de &#8220;clean girls indo embora e o &#8220;goth&#8221; chegando, esse aqui pra mim nunca saiu de cena, ok? É maquiagem para olho, boca, orelha, cabelo, unha&#8230;e quando vê, você tem mais produto que as lojas&#8230; percebe que estamos vivendo regras que muitas vezes nos distraem de outros focos mais importantes? Não que se cuidar não seja importante, isso sempre vai ser, mas com controle, entende?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Quando foi que a gente se perdeu em meio a tantas regras ditadas pela mídia?</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ter a liberdade de acompanhar tudo que acontece na palma da mão é maravilhoso, mas o excesso de informação e tantos conteúdos sendo criados diariamente por qualquer pessoa, é a mesma coisa de entrar na piscina do The Sims e alguém tirar a escadinha, o que fazer? Ninguém sabe. Mas quem criou as regras, adora ver você fazendo de tudo para sobreviver enquanto tenta sair da &#8220;piscina&#8221;. É a mesma coisa com as tendências que surgem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu to na internet desde que tudo era mato, eu falo brincando, mas é real, eu sou da geração que começou no ICQ, que acessava na madrugada, pra pagar um pulso, que aos sábados era todo mundo conectado e se atualizando do que havia acontecido na semana, era aquela sensação de curiosidade de entrar no Assustador e ao mesmo tempo se divertir vendo Charges (eu adorava o Tobby entrevista). Era como um início de namoro onde tudo era novidade e hoje a novidade já esta tão estagnada e reformulada com tanta IA em cada &#8220;ponto&#8221; compartilhado na redes, que não sabemos mais o que seguir e se é real ou não.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde que comecei a criar meus conteúdos de moda, estilo pessoal voltado a mulheres adultas que amam o universo alternativo com bastante história e vivência pessoal, eu percebo em cada comentário, mensagem que recebo o quanto elas sempre se privaram de serem elas mesmas, para se encaixar no que os outros queriam, no que a sociedade busca impor do que pode e não pode, do que o colega de trabalho julga estar errado, sendo que cada pessoa tem a sua vida, a sua história e a sua essência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>A gente nunca vai se sentir feliz se continuar sempre seguindo tudo que querem ou que aparece de &#8220;novo&#8221;</strong>.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando mais nova, eu não ligava para moda, por isso que era piada no grupo de &#8220;amigas&#8221;. Mas hoje, estando dentro da área, eu percebo o quão importante a nossa imagem é para nós mesmos em primeiro lugar, porque se você veste algo que não te representa, isso vai ficar visível, o desconforto não tem como disfarçar. Porém, gosto de reforçar que tudo tem limite e você não precisa de tudo que estão dizendo que você precisa ou que a sua sapatilha é brega e alfaiataria é sucesso, não&#8230; não vai por isso que você se ferra. Foi isso que aprendi com a Consultoria de imagem, mas busco ser sempre transparente quando preciso passar meu conhecimento para quem me procura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque ser consultora de imagem e estilo mais alternativa ainda é um &#8220;baque&#8221; para os mais tradicionais que não aceitam que a gente quebre as regras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fez sentido pra ti? Um beijo,</p>



<p class="wp-block-paragraph">Suh Dolenga</p>
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		<title>Dia Mundial do Rock: mais que um som, uma forma de existir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suhellen Dolenga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2025 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Papo de Blogueira]]></category>
		<category><![CDATA[dia do rock]]></category>
		<category><![CDATA[estilo rocker]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>13 de julho. O mundo celebra o rock.Mas pra quem carrega esse som na alma, não é só uma data, é uma declaração de identidade. O rock é resistência, é expressão, é liberdade. Não nasceu pra agradar. Nasceu pra questionar, provocar, transformar. Foi com guitarras distorcidas, vozes gritadas e letras cruas que o rock deu &#8230; </p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>13 de julho. O mundo celebra o rock.<br></strong>Mas pra quem carrega esse som na alma, não é só uma data, é uma declaração de identidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>rock é resistência, é expressão, é liberdade.</strong> Não nasceu pra agradar. Nasceu pra questionar, provocar, transformar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi com guitarras distorcidas, vozes gritadas e letras cruas que o rock deu voz aos que não se encaixavam, aos que se sentiam à margem, aos que tinham algo a dizer, mesmo quando o mundo preferia que eles se calassem.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O estilo de vida que veio junto com o som sempre foi um grito visual.</strong><br><strong>Jaquetas de couro, coturnos, olhos delineados, cabelo bagunçado, camisetas de banda</strong> — nada disso é aleatório. É linguagem. Onde cada peça carrega atitude.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E aqui entra o que eu mais amo fazer: <strong>Unir estilo + essência + música</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque não é só sobre o que se veste. É sobre <strong>como você pisa</strong>, como você <strong>entra nos lugares</strong>, como você <strong>se mostra pro mundo mesmo que ele diga que não é o “certo”</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ser mulher no rock/metal é também desafiar estéticas padronizadas, ocupar espaços, e mostrar que dá pra ser feminina, forte, sombria, intensa, delicada e feroz, tudo junto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, ao montar um look, ao escolher um acessório, ao colocar o som no último volume, eu celebro não só a história do rock, mas a <strong>minha própria história</strong>. Porque o rock me formou. Me fez me sentir parte de algo maior. <strong>E me ensinou que estilo é expressão, não regra.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste Dia Mundial do Rock, celebre suas fases, suas bandas favoritas, os shows que marcaram sua vida, os looks que contaram quem você era mesmo quando você ainda nem sabia direito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O rock não é só música. É <strong>pertencimento, estética, verdade.</strong> E ele vive em cada detalhe daquilo que você escolhe vestir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Feliz Dia Mundial do Rock.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Um beijo, 🖤 <strong>Suh Dolenga</strong> (Consultora de imagem com foco em estilo alternativo)</p>
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		<title>O silenciar e até ocultar nas redes sociais tem sido a melhor coisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suhellen Dolenga]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 01:21:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Papo de Blogueira]]></category>
		<category><![CDATA[ocultar]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oi, tudo bem? Normalmente sexta é dia da nossa conversinha, mas penso que vou vir mais vezes aqui, durante da semana e hoje quero falar sobre redes sociais. Tenho percebido o quanto venho mudando a maneira de ver as coisas, a vida e principalmente as redes sociais. Eu sempre fui muito ativa no digital, sempre &#8230; </p>
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<p class="wp-block-paragraph">Oi, tudo bem?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Normalmente sexta é dia da nossa conversinha, mas penso que vou vir mais vezes aqui, durante da semana e hoje quero falar sobre redes sociais. Tenho percebido o quanto venho mudando a maneira de ver as coisas, a vida e principalmente as redes sociais. Eu sempre fui muito ativa no digital, sempre amei isso, mas depois de ter passado por várias mudanças nesse meio, e quando digo mudanças, é porque sou da geração que viveu a transição do analógico para o digital, ter experienciado as primeiras redes sociais <em>Fotolog, Orkut, ICQ, MSN.</em>..(comentei sobre isso em um outro post, da saudade que dá dessa época em que tudo parecia ser mais genuíno), de como o crescimento no online foi um <em>boom</em> e hoje passamos mais tempo com um &#8220;avatar&#8221;, tendo várias versões&#8230;como a profissional no <em>Linkedin</em>, a perfeita no <em>Instagram</em>, o famoso no <em>Youtube</em>&#8230;e por ai vai. Hoje a IA já chegou e esta emburrecendo (mais ainda) as pessoas que não sabem usar. Não vejo a IA como uma inimiga, mas infelizmente ela está dominando todo o espaço por falta da capacidade de muita gente de buscar conhecimento e trabalhar de forma inteligente com a tecnologia. Porém, essa mudança toda fez com que a eu chegasse a um limite, um esgotamento e até um ranço por diversos motivos. Um deles acredito que o principal, a falta de noção de algumas pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o passar do tempo, nos tornamos reféns das redes sociais, da pressão de estar sempre compartilhando e expondo tudo, mas o tudo tem as consequências e essa que maior incomoda é o fato de muitas pessoas acharem que tem o direito de dizer o que você faz ou não esta certo ou errado, a ficar ali de vigiando no silêncio, sem comentar, sem curtir, sem apoiar, mas esta ali pra não perder nada &#8211; quem sabe, porque se ver algum ponto que consiga tirar aproveito, ela vai se sentir no direito de exigir ou dizer que sempre acreditou em você&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje eu venho selecionando muito o que compartilho, tenho aparecido cada vez menos nas redes sociais, trazendo pontos que vejo que podem ser compartilhados e muitas vezes depois que já fiz, realizei e conquistei. O lugar que mais tenho me sentido a vontade de ser eu mesma ainda é aqui, no meu <em>blog </em>e no meu canal, no <em>Youtube</em>, porque as pessoas não tem paciência para ler ou ver conteúdo longo, principalmente se você &#8220;fala muito&#8221; e assuntos que pra ela parecem bobos. Registrar momentos do meu dia a dia tem sigo muito gostoso, porque é uma maneira de eu viver leve, sem a cobrança do perfeito que as redes de 15, 30, 60 segundos querem. Isso só acelera a gente cada vez mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E onde entra o &#8220;silenciar&#8221; e o &#8220;ocultar&#8221; nas redes sociais?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entra no momento em que eu vejo que o outro passou dos limites e me incomoda. Em um perfil em que eu sou dona e quero me sentir a vontade com pessoas que gosto e vejo que muitos estranhos me apoiam mais do que os &#8220;conhecidos&#8221; que só estão ali de curioso. Logo o silenciar e ocultar, essas duas opções tem sido meus melhores amigos. Já fiz uma limpa grande e removi muitas pessoas que não quero que me sigam, o grito de alerta é quando uma pessoa que não curte, não comenta, não interage comigo se sente ofendida de eu deletar ela do meu perfil e vem me pedir satisfação do porque fiz isso. Cara, eu que pergunto, qual é o seu problema? E desde quando você ACHA que pode me cobrar algo? Até porque eu vejo a pessoa comentando, curtindo, apoiando famosinha, como se ela fosse te enxergar. Mona, para que ta feio, apoia amigas, colega, conhecidas  e quem você quer ficar cuidado da vida, porque assim quem sabe também será apoiada. #paz</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, muita gente eu silencio porque são perfis que não quero deletar, de vez em quando eu confiro algo, mas que não quero ver toda hora, entende? Agora, tem quem quer me &#8220;acompanhar&#8221; mas eu não quero compartilhar tudo com essa pessoa, então eu oculto ela dos meus stories e é isso. Você quer ficar ali me cuidando, sem interagir? ok, mas não vou compartilhar tudo com você. Eu sempre confiei na minha intuição e muitas vezes ela fica ali, batendo na mesma tecla me dizendo onde está o problema e eu sei disso. Eu sei os nomes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu sei muito bem quem gosta de mim, da mesma forma que eu sei quem não pode me ver pintada de ouro na frente, mas a pessoa não perde nada que eu posto. Hoje, sabendo que minha energia vital anda baixa, sei que é muita questão de vibração negativa pra cima de mim. Quando você passa a se destacar, conquistar algumas coisas, isso incomoda muita gente e ai a inveja rola solta. Por isso, tenho cuidado mais ainda o que compartilho publicamente, porque são poucas as pessoas que realmente torcem por mim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você se sente assim, também, reveja e tome um banho de sal grosso, ervas e se preserve energeticamente. Isso te protege da maldade alheia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A gente que já nasceu meio bruxa, mio médium, sempre sabe&#8230; Sempre sabe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um beijo, Suh Dolenga</p>



<p class="wp-block-paragraph">Capa Foto de <a href="https://www.pexels.com/pt-br/foto/mulher-computador-portatil-laptop-notebook-3975641/">Tatiana Syrikova</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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