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	<title>Na Mídia | Suhellen Dolenga</title>
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	<title>Na Mídia | Suhellen Dolenga</title>
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		<title>Guia de Acessórios &#124; O poder dos detalhes: como usar acessórios para transformar seu estilo todos os dias (Meu E-book)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suhellen Dolenga]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 16:09:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[consultoria de imagem e estilo]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo pessoal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você me acompanha por aqui, sabe que eu acredito que se vestir é uma forma de comunicação. Mas, depois do meu primeiro e-book, percebi que muita gente ainda sentia que &#8220;faltava algo&#8221; na hora de finalizar o look. Sabe aquela sensação de olhar no espelho, a roupa estar bonita, mas o visual parecer comum? &#8230; </p>
<p>O post <a href="https://suhellendolenga.com.br/guia-de-acessorios-o-poder-dos-detalhes-como-usar-acessorios-para-transformar-seu-estilo-todos-os-dias-meu-e-book/">Guia de Acessórios | O poder dos detalhes: como usar acessórios para transformar seu estilo todos os dias (Meu E-book)</a> apareceu primeiro em <a href="https://suhellendolenga.com.br">Suhellen Dolenga</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Se você me acompanha por aqui, sabe que eu acredito que se vestir é uma forma de comunicação. Mas, depois do meu primeiro e-book, percebi que muita gente ainda sentia que &#8220;faltava algo&#8221; na hora de finalizar o look.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sabe aquela sensação de olhar no espelho, a roupa estar bonita, mas o visual parecer comum? Sem vida?</strong> Pois é. Foi pensando nisso que o meu segundo e-book nasceu. Mas, dessa vez, eu decidi trazer aquilo que realmente separa um look comum de uma produção com intenção: <strong>o poder dos acessórios</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que acessórios?</strong><br>Mudar o guarda-roupa inteiro é caro e, muitas vezes, desnecessário. O segredo da multiplicação de looks não está em comprar mais roupas, mas em saber usar os detalhes. Um mesmo vestido preto pode ir do escritório ao jantar romântico apenas trocando o colar, o cinto ou o modelo do óculos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Neste novo guia, eu não quero apenas te dar regras, eu quero te dar liberdade.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que você vai encontrar nesta edição:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Diferente de tudo o que já postei, este material é um manual prático e visual. Eu respondi as dúvidas que recebo no direct.</li>



<li>Qual colar usar com gola alta? E com decote V? Tem um guia visual para você nunca mais errar.</li>



<li>Cintos e Bolsas: Como coordenar sem parecer que você saiu de um catálogo dos anos 90.</li>



<li>Itens de personalidade: O uso estratégico de chapéus, lenços, bonés e relógios como sua &#8220;assinatura de estilo&#8221;.</li>



<li>Preservação: Como cuidar das suas peças para que elas brilhem por muito mais tempo.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para quem é este guia?<br></strong>Este e-book é para a mulher que quer se sentir autêntica todos os dias, mas não tem tempo (ou paciência) para montar looks complexos. É para quem quer praticidade sem abrir mão da elegância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de todo o conteúdo teórico e prático, incluí um <strong>Checklist exclusivo</strong> para você deixar salvo no celular e consultar sempre antes de sair de casa. É o seu novo &#8220;melhor amigo&#8221; na hora de se arrumar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://suhellendolenga.com.br/ebooks/guia-de-acessorios/" type="link" id="https://suhellendolenga.com.br/ebooks/guia-de-acessorios/">[ QUERO GARANTIR MEU GUIA DE ACESSÓRIOS]</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Espero que este guia seja o divisor de águas no seu estilo, assim como foi para mim durante o processo de criação. Depois que você entende o poder do detalhe, você nunca mais se veste da mesma forma! E claro, se você está aqui é porque adora acessórios, então convido a conhecer a minha marca/loja <a href="https://biscuitmoon.com.br/" type="link" id="https://biscuitmoon.com.br/"><strong>Biscuit Moon Acessórios.</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um beijo, Suh Dolenga</p>
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		<title>Guia de estilo: Como ter um estilo autêntico mesmo na fase adulta sem abrir mão de quem você é (Meu E-book)</title>
		<link>https://suhellendolenga.com.br/meu-primeiro-e-book-de-guia-de-estilo-saiu-do-papel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Suhellen Dolenga]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 23:12:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo sem neuras]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação visual]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria de imagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje o post é especial porque estou lançando meu primeiro e-book, Guia de estilo: Como ter um estilo autêntico mesmo na fase adulta sem abrir mão de quem você é. Sempre acreditei que&#160;estilo é muito mais do que roupa. É identidade, é forma de expressão, é sobre comunicar quem somos sem precisar dizer uma palavra. &#8230; </p>
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<p class="wp-block-paragraph">Hoje o post é especial porque estou lançando meu primeiro e-book, <strong>Guia de estilo: Como ter um estilo autêntico mesmo na fase adulta sem abrir mão de quem você é</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre acreditei que&nbsp;<strong>estilo é muito mais do que roupa</strong>. É identidade, é forma de expressão, é sobre comunicar quem somos sem precisar dizer uma palavra. Cresci apaixonada por&nbsp;<strong>música pesada, moda alternativa e o poder do preto</strong>, mas quando a vida adulta chegou, percebi um desafio: como manter minha autenticidade sem deixar de ser levada a sério nos diferentes contextos do dia a dia?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi dessa busca que nasceu meu primeiro e-book. Ele é um&nbsp;<strong>guia prático e acessível</strong>, criado para mulheres que, assim como eu, querem unir autenticidade, maturidade e liberdade de expressão no jeito de se vestir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em cada página, compartilho não só conhecimento em consultoria de imagem, mas também a minha experiência pessoal como mulher alternativa que já passou pelas mesmas dúvidas:&nbsp;<em>“O que vestir no trabalho? Como manter meu estilo no dia a dia corrido? Dá pra ser adulta e ainda ser fiel a mim mesma?”</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Meu e-book existe para mostrar que a resposta é&nbsp;<strong>sim</strong>. Você pode viver seu estilo, alinhar autenticidade com a vida adulta e criar uma assinatura visual única.</p>



<p class="wp-block-paragraph">🖤 Se você ama moda alternativa, música, autenticidade e deseja se sentir segura em qualquer fase da vida, me acompanhe e tenha no seu bolso um guia para a vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Adquira agora</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se quiser saber mais detalhes do que vai encontrar no e-book, <a href="https://suhellendolenga.com.br/ebooks/guia-de-estilo/">clique aqui</a>, ou no botão abaixo e garanta seu guia e comece a transformar seu estilo ainda hoje.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">[<strong><a href="https://suhellendolenga.com.br/ebooks/guia-de-estilo/">Quero meu Guia de Estilo 🖤</a></strong>]</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você se identificou comigo, ouça meu podcast e <a href="https://open.spotify.com/show/1ksTeUP5lzf32k42zBa35G?si=fb7ce4371bc948b7" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Falando sobre estilo com uma Metalhead</a> e me acompanhe nas redes sociais <a href="https://instagram.com/suhellendolenga">@suhellendolenga</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Me conte depois o que achou e o que foi a virada de chavinha no seu estilo!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com carinho, Suh Dolenga</p>
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		<title>A cervejaria Coice da Mula deu inicio ao Pinhão Rock Fest (Cobertura)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suhellen Dolenga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 May 2025 20:31:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Business & Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[cena metal curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[cena rock curitiba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oi, tudo bem? Curitiba é conhecida como a cidade mais Rock n&#8217;Roll e maio ficará marcado com o circuito de bandas que o Pinhão Rock Fest está trazendo. O festival que acontecerá em sete datas, locais e com bandas diferentes tem o intuito de apresentar mais a cena local e o underground do Paraná. E &#8230; </p>
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<p class="wp-block-paragraph">Oi, tudo bem?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Curitiba é conhecida como a cidade mais Rock n&#8217;Roll e maio ficará marcado com o circuito de bandas que o Pinhão Rock Fest está trazendo. O festival que acontecerá em sete datas, locais e com bandas diferentes tem o intuito de apresentar mais a cena local e o underground do Paraná.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-27-at-09.44.17-819x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-2513" style="width:267px;height:auto" srcset="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-27-at-09.44.17-819x1024.jpeg 819w, https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-27-at-09.44.17-240x300.jpeg 240w, https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-27-at-09.44.17-768x960.jpeg 768w, https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-27-at-09.44.17-48x60.jpeg 48w, https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-27-at-09.44.17.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">E para ficar mais divertido, o festival conta com mascotes que representam uma figura do rock e estilo, sendo os conhecidos: <strong>Pinho Ouro Preto</strong>, que faz homenagem ao Dinho Ouro Preto, do Capital Inicial e também representando o rock paranaense. O <strong>Joey Pinhones</strong>, iinspirado no Joey Ramone, do Ramones e com o espírito punk. A <strong>Doro Pinha</strong>, inspirada na Doro Pesch, do Warlock, a nossa rainha e o <strong>Bruce Pinhãonson</strong>, em homenagem ao Bruce Dickinson, do Iron Maiden, om aquela energia que nós conhecemos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E para dar início ao evento, o primeiro encontro aconteceu no sábado, 03 de maio, na Cervejaria Coice da Mula, em Pinhais/PR com muita cerveja artenasal e as bandas: <strong>SOFA</strong>, formada em 2013, eles voltaram com tudo em 2022 após 9 anos de pausa, trazendo uma sonoridade ainda mais pesada e intensa. A banda conta com o Alison Ramos (vocal/guitarra), Alexandre Ramos (vocal de apoio/guitarra), Renann Corrêa (bateria) e Fernando Cerqueira (baixo).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequencia, foi a vez da <strong>Conexão Capivara</strong>, que mesclou o rock clássico com o moderno com o quarteto, Alessandro Machado, o baixista Walter Feldthaus, o baterista Salmir Luís e o guitarrista Roger Rocha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E a primeira noite fechou com o trio Eduardo Tavares (bateria), Lucas Almeida (baixo/voz) e Marcelo Ferrette (guitarra/voz) da <strong>Reibrou</strong>, de Apucarana que trouxe uma mistura de rock, punk, ska e reggae.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Acompanhe o perfil do festival no Instagram (<a href="https://www.instagram.com/pinhaorockfest/">@pinhãorockfest</a>) e fique por dentro das próximas datas. E a cobertura minha com o Ro em <a href="https://www.instagram.com/olharunderground?igsh=bTZtYTRzamVocHQx">@olharunderground</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">E confira como foi a primeira noite:</p>



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<iframe title="Cobertura &quot;Pinhão Rock Fest&quot; (03/05)• Cervejaria Coice da Mula, Pinhais/PR #vlog Olhar Underground" width="925" height="520" src="https://www.youtube.com/embed/9PtTj86aeyw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Demais noites que cobrimos:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Cobertura &quot;Pinhão Rock Fest&quot; (10/05) • Velharias da Bel, Piraquara/PR #vlog Olhar Underground" width="925" height="520" src="https://www.youtube.com/embed/trt6En_B2Qk?list=PLCnNY3Jtz13edXiiL_AoBrTq1zoHYD6oe" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Cobertura &quot;Pinhão Rock Fest&quot; (16/05) • 92 graus, Curitiba/PR #vlog Olhar Underground" width="925" height="520" src="https://www.youtube.com/embed/aZ3AirLmv5Y?list=PLCnNY3Jtz13edXiiL_AoBrTq1zoHYD6oe" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ruRNz-D5I1w&amp;list=PLCnNY3Jtz13edXiiL_AoBrTq1zoHYD6oe&amp;index=8">https://www.youtube.com/watch?v=ruRNz-D5I1w&amp;list=PLCnNY3Jtz13edXiiL_AoBrTq1zoHYD6oe&amp;index=8</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Empreendendo em meio ao Metal: Tormenta Metal Fest, segunda edição (Cobertura)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suhellen Dolenga]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Apr 2025 20:31:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Business & Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oi, tudo bem? Quem me acompanha a mais tempo sabe que sou empreendedora, tenho uma loja online de acessórios e de vez em quando eu participo expondo em alguns eventos, principalmente de Metal, que é onde o meu público esta. Porém, dessa vez, além de expor, eu também fui para cobrir o a segunda edição &#8230; </p>
<p>O post <a href="https://suhellendolenga.com.br/empreendendo-em-meio-ao-metal-tormenta-metal-fest-segunda-edicao/">Empreendendo em meio ao Metal: Tormenta Metal Fest, segunda edição (Cobertura)</a> apareceu primeiro em <a href="https://suhellendolenga.com.br">Suhellen Dolenga</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Oi, tudo bem?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem me acompanha a mais tempo sabe que sou empreendedora, tenho uma loja online de acessórios e de vez em quando eu participo expondo em alguns eventos, principalmente de Metal, que é onde o meu público esta. Porém, dessa vez, além de expor, eu também fui para cobrir o a segunda edição do <strong>Tormenta Metal Fest </strong>que aconteceu no sábado, 12 de abril, no <strong>Basement Cultural</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia do festival é reunir bandas, expositores locais e o famoso concurso de Cosplay com premiação que acaba atraíndo bastante público. Nesta edição, tocaram cinco bandas, sendo elas:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Stormgazer</strong> (@stormgazerband) que faz tributo ao Dio e conseguiu reviver a lenda do Metal com um setlist nostálgico, abrindo o palco do Basement. Na sequência, os fãs de Thrash Metal, como eu, puderam aproveitar a <strong>Wildreams</strong> (@wildreamsoficial), que trouxe um<em> </em>set pesado. <strong>Helloween CWB (@helloweencwb)</strong>, fez todos recordarem os clássicos da banda, com músicas que marcam a fase inicial do Helloween, com todos cantando juntos e isso permaneceu durante o <strong>Heavy Metal Legacy (@heavymetallegacy)</strong>, com Judas, Angra, Hammerfall. E a <strong>Seyren</strong> (@nightwishcoverbr) encerrou o evento com muito Nightwish. A banda <strong>Fortell</strong> que estava na divulgação, encerrou as atividades no dia e com isso, não estiveram no festival.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E o principal momento da noite, foi o desfile do inscritos para o <strong>Concurso de Cosplay</strong> com a premiação e também estavam expositores locais, com diversos produtos (inclusive eu com a minha loja).</p>


					<div
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Agora como empreendedora</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu digo que<strong> </strong>eventos assim ajudam a gente a levar nossa marca para mais pessoas, desde que você esteja conversando com o público certo. Por eu viver, estar e ter um estilo de vida, de shows, festivais, músicas, um estilo alternativo e trazer isso no meu trabalho, eu sei o que o meu público gosta, procura e onde estão. Além de mesmo você estar trabalhando, consegue curtir o evento todo, rever amigos e fazer o famoro <em>network</em>. Agradeço aos envolvidos pelo convite!</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Levei vocês comigo para expor no Tormenta Metal Fest #vlog" width="925" height="520" src="https://www.youtube.com/embed/_ZvUxZ-y9Sg?list=PLCnNY3Jtz13edXiiL_AoBrTq1zoHYD6oe" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">E mais uma vez eu pude colaborar com o portal Filhos do Metal com uma resenha bem detalhada de como foi o evento, confira completa em <a href="https://www.instagram.com/p/DIeSa9mM20n/?img_index=1"><strong>@filhosdometall.</strong></a></p>



<div class="wp-block-uagb-image uagb-block-440ba612 wp-block-uagb-image--layout-default wp-block-uagb-image--effect-static wp-block-uagb-image--align-none"><figure class="wp-block-uagb-image__figure"><img decoding="async" srcset="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/resenha-suhellen-1024x576.jpg ,https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/resenha-suhellen-e1744740176423.jpg 780w, https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/resenha-suhellen-e1744740176423.jpg 360w" sizes="auto, (max-width: 480px) 150px" src="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/resenha-suhellen-1024x576.jpg" alt="" class="uag-image-2422" width="1024" height="576" title="resenha suhellen" loading="lazy" role="img"/></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">E se você gosta de vlogs, eu também fiz mas sai na segunda, no meu canal!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um beijo, Suh Dolenga</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O post <a href="https://suhellendolenga.com.br/empreendendo-em-meio-ao-metal-tormenta-metal-fest-segunda-edicao/">Empreendendo em meio ao Metal: Tormenta Metal Fest, segunda edição (Cobertura)</a> apareceu primeiro em <a href="https://suhellendolenga.com.br">Suhellen Dolenga</a>.</p>
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		<title>Sem faixas novas, mas com fãs fiéis, Incubus faz show em Curitiba (Cobertura)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suhellen Dolenga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Apr 2025 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Business & Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[incubus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oi, tudo bem? O que falar de uma banda que eu tenho um carinho imenso e que virou tatuagem após o show de 2013? Ao contrário da resenha que fiz em collab com o pessoal do @filhosdometall, que falei sobre o show, mas mantendo o profissionalismo. Aqui no blog, sendo o meu espaço, posso exaltar &#8230; </p>
<p>O post <a href="https://suhellendolenga.com.br/sem-faixas-novas-mas-com-fas-fieis-incubus-faz-show-em-curitiba/">Sem faixas novas, mas com fãs fiéis, Incubus faz show em Curitiba (Cobertura)</a> apareceu primeiro em <a href="https://suhellendolenga.com.br">Suhellen Dolenga</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Oi, tudo bem?</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que falar de uma banda que eu tenho um carinho imenso e que virou tatuagem após o show de 2013? </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contrário da resenha que fiz em collab com o pessoal do <a href="https://www.instagram.com/filhosdometall/#"><strong>@filhosdometa</strong></a><strong><a href="https://www.instagram.com/filhosdometall/#">ll</a>,</strong> que falei sobre o show, mas mantendo o profissionalismo. Aqui no blog, sendo o meu espaço, posso exaltar meu amor pelo <strong>Incubus</strong> que é uma banda que conheci em 1999, com o álbum &#8220;<strong>Make Yourself</strong>&#8221; e a primeira música que ouvi foi a &#8220;<strong>Drive</strong>&#8221; logo na sequência, &#8220;<strong>The Warmth</strong>&#8221; que virou uma das minhas preferidas e fiquei encantada com aquilo. Desde então, passaram a fazer parte da minha seleção de bandas/músicas no <strong>Last Fm</strong> &#8211; na época, hoje já estou no Spotify, em meio ao Metal extremo, New Metal e Pop, porque sou assim&#8230; lembro super bem de quando ia para o estágio, na Biblioteca Pública do Paraná e depois passei a estagiar na Caixa Cultural, perto da Santos Andrade, o caminho todo eu ia ouvindo eles. <strong>S.C.I.E.N.C.E (1997) </strong>e <strong>Make Yourself (1999)</strong> que decorei de tráz pra frente porque não saia do meu MP3 azul. Quando lançaram o <strong>Morning View </strong>em <strong>2001</strong> eu surtei, porque virou meu álbum preferido que <strong>Wish You Were Here </strong>ficou marcada na pele.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em 2013 </strong>eu pude realizar o sonho de ver eles ao vivo aqui em Curitiba, que inclusive foi a primeira vez deles na cidade. Em uma terça-feira corrida de trabalho, 10 de dezembro de 2013, às 21:30, pontualíssimos, eles subiram ao palco do Curitiba Master Hall com a &#8220;<strong>2013 Latin American Tour</strong>&#8221; (<a href="https://www.setlist.fm/setlist/incubus/2013/curitiba-master-hall-curitiba-brazil-23c4006f.html">setlist aqui</a>). E quase 12 anos depois, para a alegria de todos, eles retornam com a <strong>Morning View Tour XXIII</strong>. Um show que conseguiu fazer os fãs reviverem uma fase/álbum da banda, que de certa forma, um dos trabalhos que mais marcaram a carreira do Incubus e em comemoração aos 23 anos (agora 24), a banda resolveu regravar o disco.</p>


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<p class="wp-block-paragraph">Como fã, posso dizer que foi uma noite especial e mágica, ouvir o <strong>Morning View </strong>na íntegra, ao vivo, com eles ali na minha frente foi com certeza algo que marcou muito. Pude voltar ao tempo, sentir aquela nostalgia a cada faixa do disco sendo tocada, mesmo que o Brandon não falasse muito com os fãs, ele demonstrava estar super satisfeito com o carinho de todos e ver a casa cheia. Foi uma troca muito agradável de energia. E ao finalizarem a reprodução completa do disco, alguns fãs achavam que o show tinha acabado e começaram a sair, mas a banda seguiu com mais seis faixas selecionadas dos outros álbuns, que no meu ponto de vista foram bem escolhidas, mesmo que dessa vez não tenha tocado a Megalomaniac (vi em 2013). E mesmo sem músicas novas, a banda mostrou estar em forte sintonia entre eles, como com os fãs. O setlist para quem ficou curioso esta <a href="https://www.setlist.fm/setlist/incubus/2025/live-curitiba-curitiba-brazil-4352bb2f.html">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E como todo evento, havia o merchan oficial da banda com algumas opções de produtos e os valores variavam entre R$50 a R$350 (tirei uma fotinha do stand pra vocês verem).</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Uma terça de chuva e show do Incubus em Curitiba #vlog" width="925" height="520" src="https://www.youtube.com/embed/XuQdH3sPyjY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">E convido vocês a conferirem a minha primeira resenha de show com o Portal <a href="https://www.instagram.com/filhosdometall/#">@filhosdometall</a>, porque eu amei poder falar desse evento lindo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Review completo <a href="https://www.instagram.com/p/DISESKpsWxG/?img_index=1">aqui</a></strong> (texto por mim, Suh Dolenga e fotos por Rodrigo Machado)</p>



<div class="wp-block-uagb-image uagb-block-8b0fb405 wp-block-uagb-image--layout-default wp-block-uagb-image--effect-static wp-block-uagb-image--align-none"><figure class="wp-block-uagb-image__figure"><img decoding="async" srcset="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/incubus-curitiba-suhellen-5-e1744383581261-1024x781.jpeg ,https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/incubus-curitiba-suhellen-5-e1744383581261.jpeg 780w, https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/incubus-curitiba-suhellen-5-e1744383581261.jpeg 360w" sizes="auto, (max-width: 480px) 150px" src="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/incubus-curitiba-suhellen-5-e1744383581261-1024x781.jpeg" alt="" class="uag-image-2363" width="1024" height="781" title="incubus curitiba suhellen (5)" loading="lazy" role="img"/></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">E como blogueira, agora vlogueira assídua, tem vlog do show também! Confira na íntegra no meu canal no Youtube e já se inscreva lá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um beijo, Suh Dolenga</p>
<p>O post <a href="https://suhellendolenga.com.br/sem-faixas-novas-mas-com-fas-fieis-incubus-faz-show-em-curitiba/">Sem faixas novas, mas com fãs fiéis, Incubus faz show em Curitiba (Cobertura)</a> apareceu primeiro em <a href="https://suhellendolenga.com.br">Suhellen Dolenga</a>.</p>
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		<item>
		<title>O que vlogs, criação de conteúdo, imagem pessoal e Ferris Bueller tem em comum? Tudo!</title>
		<link>https://suhellendolenga.com.br/o-que-vlogs-criacao-de-conteudo-imagem-pessoal-e-ferris-bueller-tem-em-comum-tudo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Suhellen Dolenga]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo sem neuras]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olá, tudo bem? Hoje vamos falar sobre a influência do cinema na nossa vida e principalmente na criação de conteúdo. Como especialista em cinama, audiovisual, estudo da imagem&#8230; tenho visto os filmes com outros olhos e dessa vez quem me chamou atenção para o assunto foi o filme, &#8220;Curtindo a vida Adoidado&#8221;, de 1986. Um &#8230; </p>
<p>O post <a href="https://suhellendolenga.com.br/o-que-vlogs-criacao-de-conteudo-imagem-pessoal-e-ferris-bueller-tem-em-comum-tudo/">O que vlogs, criação de conteúdo, imagem pessoal e Ferris Bueller tem em comum? Tudo!</a> apareceu primeiro em <a href="https://suhellendolenga.com.br">Suhellen Dolenga</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Olá, tudo bem?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje vamos falar sobre a influência do cinema na nossa vida e principalmente na criação de conteúdo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Como especialista em cinama, audiovisual, estudo da imagem&#8230; tenho visto os filmes com outros olhos e dessa vez quem me chamou atenção para o assunto foi o filme, &#8220;Curtindo a vida Adoidado&#8221;, de 1986. Um filme dos anos 80 que traz tanto conteúdo atual e nós não percebemos porque estamos tão conectados com o agora e o futuro, em fazer o melhor conteúdo, em viralizar, em seguir o que pode e não pode, em não saber compartilhar algo que poderia ser super legal, útil, necessário e atrair pessoas ou muitos simplesmente preferem seguir &#8220;gurus&#8221; com trends e macetes com caminhos mais fáceis em que muitas vezes você está apenas perdendo tempo, jogando dinheiro fora e até se travando de criar algo genuíno.</p>



<div class="wp-block-uagb-image alignleft uagb-block-b3c3a60e wp-block-uagb-image--layout-default wp-block-uagb-image--effect-static wp-block-uagb-image--align-left"><figure class="wp-block-uagb-image__figure"><img decoding="async" srcset="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Ferris-Bueller-3.jpg ,https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Ferris-Bueller-3.jpg 780w, https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Ferris-Bueller-3.jpg 360w" sizes="auto, (max-width: 480px) 150px" src="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Ferris-Bueller-3.jpg" alt="" class="uag-image-2312" width="155" height="219" title="Ferris Bueller (3)" loading="lazy" role="img"/></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Sexta-feira passada, 22h, longe dos perigos noturnos e sem o &#8220;Eletric Happy Hour&#8221; com os caras do Machine Head (ao vivo no Youtube), me restou ver filmes e o Tele Cine Cult (o canal do gatinho preto charmoso) passou<strong> &#8220;Ferris Bueller&#8217;s Day Off&#8221;</strong>, popularmente conhecido como &#8220;<strong>Curtindo a vida Adoidado</strong>&#8220;. Um filme divertido que passou muito na Sessão da Tarde e fez parte da minha infância/adolescência. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem não conhece, o filme de 1986 conta a história de Ferris Bueller, um adolescente que está terminando o ensino médio, mas que mente aos pais que esta doente e tira o dia para sair e aproveitar com o melhor amigo e a namora antes de entrar para a universidade e trabalhar. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Parece apenas um filme simples, legal, mas ele ensina pontos importantes que hoje não enxergamos:</p>



<div class="wp-block-uagb-image alignleft uagb-block-a61750df wp-block-uagb-image--layout-default wp-block-uagb-image--effect-static wp-block-uagb-image--align-left"><figure class="wp-block-uagb-image__figure"><img decoding="async" srcset="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Ferris-Bueller-1.webp ,https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Ferris-Bueller-1.webp 780w, https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Ferris-Bueller-1.webp 360w" sizes="auto, (max-width: 480px) 150px" src="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Ferris-Bueller-1.webp" alt="" class="uag-image-2308" width="228" height="171" title="Ferris Bueller (1)" loading="lazy" role="img"/></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vlogs, Dailys, Stories&#8230;</strong> mostrar o seu dia, a sua rotina, um momento, um evento, levar quem te acompanha/assiste com você. <strong>Ferris, já &#8220;vlogava&#8221; o dia dele </strong>de forma leve, engraçada e nos instigava a querer estar e ir com ele para tudo. Hoje em dia, você se filmar, mostrar seu dia é super normal, mas no filme ele conseguia trazer isso de forma genuína, desde da hora que acorda até a hora que finaliza seu dia e em todos os momentos ele falando, compartilhando algo sobre isso e seus pensamentos sem parecer um robô.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Planejamento e organização</strong> também aparecem super bem no filme. Ferris acordou sabendo o que ele iria fazer no dia, isso é algo importante quando você quer criar conteúdos ou ter mais foco na sua vida.</p>



<div class="wp-block-uagb-image alignleft uagb-block-640a5e71 wp-block-uagb-image--layout-default wp-block-uagb-image--effect-static wp-block-uagb-image--align-left"><figure class="wp-block-uagb-image__figure"><img decoding="async" srcset="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Ferris-Bueller-4-1024x538.jpg ,https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Ferris-Bueller-4.jpg 780w, https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Ferris-Bueller-4.jpg 360w" sizes="auto, (max-width: 480px) 150px" src="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Ferris-Bueller-4-1024x538.jpg" alt="" class="uag-image-2307" width="271" height="142" title="Ferris Bueller (4)" loading="lazy" role="img"/></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conexão com o público</strong>, <strong>humanização e conteúdo gerado por uma pessoa comum</strong>, ele ja fazia o que nos fazemos hoje, sentar no quarto ou em qualquer lugar público, olhar para a câmera e conversar sobre algo, contar sobre uma história, de trazer o telespectador para perto, junto dele, como se você estivesse dentro do quarto dele ou em algum lugar que ele estava.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Influencia, fãs e haters,</strong> sim, ele também passou por tudo isso e você não é o único. Com a forma que ele levava a vida, compartilhava, ele se destacava por <strong>ser autêntico </strong>e sua <strong>essência </strong>era visivel em tudo que fazia. Ele conseguir influenciar qualquer pessoa, se tornando querido, respeitado, aceito por toda uma comunidade, porque ele <strong>criou uma comunidade forte e engajada</strong> que o seguia e se preocupava com ele, tendo muitos fãs. Mas também tendo quem não gostasse muito dele e queria prejudicá-lo. No caso do filme, era o Diretor da escola que queria provar que ele estava mentindo e fez tudo que podia para provar isso, mas no final ele quem se ferrou. Outro caso e personagem da história que também não aceitava muito a maneira que Ferris era visto por todos, era a sua irmã. Porém, com o tempo ela percebeu que querer destruir ele estava fazendo com que ela mesmo pagasse com essas atitudes&#8230; e quando você não pode com o mais forte, se alia a ele para aprender. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda sobre o poder da influencia, Ferris não encantava apenas a sua geração, mas as <strong>próximas gerações,</strong> também. Isso fica nítido na cena final do filme de que o que você faz, pode perpetuar por anos. <strong>Por isso te pergunto</strong>, você tem influenciado de forma positiva? E o que você tem acompanhado também te ajuda ou te machuca? Isso é uma reflexão importante, porque com a tecnologia, muita informação, mudanças, inovações e fake news estão constantemente em nossas vidas, vai de você dar esse passo para mudar isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Collabs, parcerias&#8230; </strong>isso ficou forte na cena em que esta acontecendo um desfile na rua e ele surge no meio, cantando e divertindo o evento todo. Aqui é nítido o poder da presença, da comunicação e como um pode ajudar o outro quando feito um trabalho conjunto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, <strong>para cada momento ele sabe usar a sua imagem pessoal para passar a mensagem </strong>que ele precisava. Em uma das cenas, ele esta em casa com o seu amigo, do qual fazem uma ligação para a escola &#8220;fingindo&#8221; ser o pai da namorada, para poderem dispensar ela da aula. Ferris aparece de terno, com a intenção de trazer credibilidade para a situação que pedia respeito, formalidade.</p>



<div class="wp-block-uagb-image alignleft uagb-block-17197631 wp-block-uagb-image--layout-default wp-block-uagb-image--effect-static wp-block-uagb-image--align-left"><figure class="wp-block-uagb-image__figure"><img decoding="async" srcset="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/burxa-725x1024.webp ,https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/burxa.webp 780w, https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/burxa.webp 360w" sizes="auto, (max-width: 480px) 150px" src="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/burxa-725x1024.webp" alt="" class="uag-image-2313" width="174" height="246" title="burxa" loading="lazy" role="img"/></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Eu poderia ficar horas falando sobre esse filme, da mesma forma que em 1999, foi lançado o &#8220;<strong>Blair Witch</strong>&#8220;, conhecido como &#8220;<strong>A Bruxa de Blair</strong>&#8221; que é um fime de três amigos, cineastas, que saem para fazer um documentário da lenda da Bruxa de Blair, mas no final eles acabam vivendo uma experiência diferente do que planejavam. <strong>O filme também trazia ela ligação da criação de vídeos, filmes caseiros</strong>, com o intuito de estarmos nos aproximando da era 2000, em quem muitos acreditavam que haveria uma mudança enorme na tecnologia, influenciando as pessoas a se gravarem, compartilharem seus momentos, criarem seus próprios filmes&#8230;talvez uma maneira de dizer que logo teriamos o <strong>YouTube</strong> que seria o nosso canal, nossa tv, pois as câmeras digitais estavam chegando e todos queria registrar seus momentos.</p>



<div class="wp-block-uagb-image alignleft uagb-block-1a842175 wp-block-uagb-image--layout-default wp-block-uagb-image--effect-static wp-block-uagb-image--align-left"><figure class="wp-block-uagb-image__figure"><img decoding="async" srcset="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Screenshot_1ll.jpg ,https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Screenshot_1ll.jpg 780w, https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Screenshot_1ll.jpg 360w" sizes="auto, (max-width: 480px) 150px" src="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Screenshot_1ll.jpg" alt="" class="uag-image-2314" width="234" height="223" title="Screenshot_1ll" loading="lazy" role="img"/></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Com a chegada do YouTube </strong>por volta de 2009, 2010, muitas pessoas começaram a realmente usar seus canais com a criação de vídeos caseiros e isso fez com muitos nomes se destacassem e virassem os novos influencers que hoje conhecemos. A mais conhecida e que admiro muito é a <strong>Niina Secrets</strong> que trouxe exatamente a ideia que o Ferris Bueller trouxe no filme: vlogs, mostrar o seu dia, ensinar algo, criar conexão com o público, influenciar as seguidoras (no caso dela foi com a maquiagem), criou uma comunidade que hoje é super fiel&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Perceba que muitas vezes estamos buscando aprender no meio errado? </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Hoje todo mundo faz tudo de tudo e tudo igual. </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um cria um vídeo sobre um pincel, todo mundo começa a falar sobre o mesmo pincel, com o mesmo texto, com o mesmo cenário, a mesma roupa, o mesmo tudo&#8230;um robô sendo cria de outro robô, tirando o primeiro que criou e teve a ideia! <strong>É preciso sair da bolha</strong>, é preciso buscar outras formas de inspiração e aprendizado. Um filme dos anos 80, pode parecer apenas um filme para muitos, mas se você usar seu cérebro de forma inteligente, você extrai ensinamentos, você extrair informações, insigths de novas ideias. Comece a ver a sua volta, livros, filmes, novelas, desenhos, documentários, áreas diferentes da sua&#8230; tudo pode te ajudar a melhorar, mudar  e deixar de ser mais um no meio de tantos iguais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Figurinha repetida é ignorada, seja a excluvidade!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em meio a tanta coisa, eu achei vídeos meus de 2009, quando ganhei minha primeira camera digital, na época eu não postava nadam por medo, vergonha&#8230;e hoje eu vejo que o conteúdo cru, genuíno, é o que faz diferença. <em>Vídeo abaixo pra vocês assistirem, no final trago sobre registrar momentos com um pedaço da minha história.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Espero ter te ajudado a iluminar sua cabecinha e feito refletir sobre tudo isso que estamos vivendo atualmente com a tecnologia, a criação de conteúdos e até onde você está sendo você de fato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um beijo! Suh Dolenga</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Imagens: Google (Curtindo a Vida Adoidado e A Bruxa de Blair); Niina Secrets (Canal Youtube)</em>*</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Ferris Bueller já fazia #vlogdaily nos anos 80 e usava a imagem a favor criando conexão com público" width="925" height="520" src="https://www.youtube.com/embed/2JA0--r6MLM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Artigo: A influência de Olympia no cinema e atualmente (2019)</title>
		<link>https://suhellendolenga.com.br/artigo-a-influencia-de-olympia-no-cinema-e-atualmente-2019/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Suhellen Dolenga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jan 2024 17:47:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[ARTE NO CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[GRANDES PINTORES]]></category>
		<category><![CDATA[MANET]]></category>
		<category><![CDATA[OBRA DE ARTE]]></category>
		<category><![CDATA[OLYMPIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oi, tudo bem? Em 2019 eu iniciei a pós em Produção em Cinema e mercado audiovisual na PUCPRe para a matéria de Arte Moderna &#8211; Sistema de consumo, com a professora Amélia Siegel Côrrea, eu escrevi o artigo &#8220;A influência de Olympia no cinema e atualmente&#8220;. Caso utilize algum trecho do meu artigo, por favor &#8230; </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Oi, tudo bem?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2019 eu iniciei a pós em Produção em Cinema e mercado audiovisual na PUCPRe para a matéria de Arte Moderna &#8211; Sistema de consumo, com a professora Amélia Siegel Côrrea, eu escrevi o artigo &#8220;<strong>A influência de Olympia no cinema e atualmente</strong>&#8220;. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Caso utilize algum trecho do meu artigo, por favor inserir os créditos*</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211;</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A INFLUÊNCIA DE OLYMPIA NO CINEMA E ATUALMENTE</strong><br><strong>Autora:</strong> Suhellen Santos Dolenga1<br><strong>Professora</strong>: Amélia Siegel Côrrea 2</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>RESUMO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Olympia pode ter sido e ainda é umas das grandes referências no mundo das artes. Mesmo com o passar dos anos, um corpo nu, principalmente de uma mulher, ainda abala opiniões e traz grandes reflexões para onde o rumo da sociedade tem tomado. Na época em que Olympia foi pintada, por mais que tenha sido aceita no Salão pois estava dentro das normas exigidas, a obra trouxe grandes dilemas e opiniões, pois Manet queria representar a mulher além das pinceladas, mas sim, a vida noturna, mundana e talvez a mulher que serviria para satisfazer os desejos dos homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Palavras chave: </strong>Manet. Olympia. Obra de arte. Grandes pintores. Arte no cinema.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>OLYMPIA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das grandes representações que se dá a uma ‘prostituta’ desde de 1865 foi a obra intitulada “Olympia” de Manet do qual inspira até hoje grandes artistas. A obra traz a imagem de uma moça branca, de pouca idade, nua, deitada pousando delicadamente sobre uma cama confortável e que já fora usada, pois está desarrumada, vestindo apenas uma sandália, pulseira, gargantilha, brincos e uma flor adornando o cabelo que está preso e arrumado conforme a época exigia, tudo isto simbolizando a sexualidade e a riqueza. Abaixo dela ainda se encontra o que parece ser sua vestimenta oriental, do qual não se importando muito também passa a impressão que se deitou vestida e retirou a peça já na cama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Olympia nos passa a impressão que estava pronta, a espera de seu próximo cliente ou mesmo amante, muito comum para a época. Outro detalhe fundamental é a negra, representando a serventia, a empregada. Ao contrário da dama nua, sua serva está toda coberta, mostrando o mínimo possível de pele, como se quisesse informar que a mesma não tem seu valor – o corpo desejado é outro – a mesma segura um buquê de flores, representando a juventude, a beleza que dura pouco e deve ser apreciada, observada, elogiada e também representa a feminilidade ou até mesmo o órgão feminino que ao mesmo tempo a Olympia esconde com a mão.</p>



<div class="wp-block-uagb-image uagb-block-fdb2a9ef wp-block-uagb-image--layout-default wp-block-uagb-image--effect-static wp-block-uagb-image--align-none"><figure class="wp-block-uagb-image__figure"><img decoding="async" srcset="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-15-135422.png ,https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-15-135422.png 780w, https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-15-135422.png 360w" sizes="auto, (max-width: 480px) 150px" src="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-15-135422.png" alt="" class="uag-image-1364" width="456" height="341" title="" loading="lazy"/></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Não podemos deixar de citar o gato preto que também aparece na obra, o animal que muitas vezes é visto como algo relacionado a azar, neste contexto ele representa a infidelidade, o mistério, hábitos noturnos, mundano, ao contrário do cachorro que normalmente pula, insiste e é fiel ao dono, o gato ignora mas atrai, é esnobe, mas conquista, é desejado sem se esforçar. Da mesma forma que podemos lembrar que gatos pretos eram mal vistos na idade média por estarem ligados ao misticismo, bruxaria do qual a sociedade não aceitava, da mesma maneira que a mulher “da vida” não é aceita até hoje. Nisto podemos citar um trecho do livro de T.J. Clark (2004, p. 158) do qual ele afirma esta imagem de negação: “Além disso, representa o perigo ou o preço da modernidade; diz coisas talvez chocantes sobre o capital, mas glamorosas quando expressas dessa forma e, ao mostrar a sexualidade sucumbindo ao social do jeito errado (ainda que completamente), talvez nos ajude a entender os jeitos corretos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Manet também pode ter inserido o gato em sua obra devido a inspiração pela obra de Edgar Allan Poe, conforme cita no livro de T.J. Clark (2004, p.132): “ É raro dispor de indícios por menores que sejam os hábitos de leitura de Manet, e é bom pensar nele lendo Edgar Allan Poe traduzido por Baudelaire”. Poe escreveu um conto chamado “O gato preto” em 1843 do qual a história conta sobre os acontecimentos sobrenaturais que aconteciam serem vindos de total responsabilidade do gato preto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Da mesma maneira que Manet inspirou, ele também foi inspirado ao criar sua Olympia, através de “Vênus de Urbino” (1518-1520) de Ticiano, “Vênus adormecida”(1507-1510) de Giorgione e não esquecendo de “A Maja Nua” (1795) de Goya.</p>



<div class="wp-block-uagb-image uagb-block-4b2764d1 wp-block-uagb-image--layout-default wp-block-uagb-image--effect-static wp-block-uagb-image--align-none"><figure class="wp-block-uagb-image__figure"><img decoding="async" srcset="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/ticiano-e-giorgiane.png ,https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/ticiano-e-giorgiane.png 780w, https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/ticiano-e-giorgiane.png 360w" sizes="auto, (max-width: 480px) 150px" src="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/ticiano-e-giorgiane.png" alt="" class="uag-image-1365" width="475" height="694" title="" loading="lazy"/></figure></div>



<div class="wp-block-uagb-image uagb-block-3f3976d2 wp-block-uagb-image--layout-default wp-block-uagb-image--effect-static wp-block-uagb-image--align-none"><figure class="wp-block-uagb-image__figure"><img decoding="async" srcset="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/goya.png ,https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/goya.png 780w, https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/goya.png 360w" sizes="auto, (max-width: 480px) 150px" src="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/goya.png" alt="" class="uag-image-1366" width="439" height="360" title="" loading="lazy"/></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>OLYMPIA DE 1912 NO CINEMA EM 1997</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos outros artistas até hoje se baseiam em diversas obras e trabalhos de diversos artistas e séculos, especialmente em Olympia. Podemos citar principalmente o filme Titanic, épico filme de drama e romance de 1997 escrito e dirigido por James Cameron, do qual conta a história do maior navio da época (1912) que em sua viagem inaugural colide em um iceberg e afunda, em meio ao acidente um casal de classes sociais diferente se apaixonam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma das cenas a protagonista nomeada de Rose, interpretada por Kate Winslet já envolvida com o pintor pobre que conhece no navio, Jack, interpretado por Leonardo DiCaprio, conhece o trabalho do rapaz que é desenhista/pintor do qual sua pasta consta apenas obras de mulheres nuas, francesas na maioria e todas prostitutas que ele conhecia pelas viagens e ruas. A mesma demonstra desconforto ao conhecer o trabalho do artista em público, mas admira seu talento e reconhece seu olhar dedicado sobre este tema sensível, como Clark. T.J (2004, p.157) afirma: “A prostituição é um tema delicado para a sociedade burguesa porque nela a sexualidade e o dinheiro estão misturados. ” no filme tratando de um casal de classes sociais diferentes, a moça deveria presar por sua reputação e noivado que estava para acontecer, não diferente dos dias de hoje que mesmo passando séculos, a prostituição, o dinheiro, a sexualidade traz discussões serias para a sociedade e para as tradicionalidades que algumas famílias seguem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Kate após conhecer o trabalho de Jack, apresenta sua coleção de quadros de pintores renomados, Monet e Renoir. A obra do Picasso “<em>Les Demoiselles D’Avignon</em>” (1907) é brevemente e mostrada por Kate em uma breve cena também. A obra causou polêmica na época do lançamento do filme, pois segundo historiadores, a pintura não tem permissão para sair do Museu onde está exposta e muito menos a produção de réplicas causando um processo para o Diretor do filme.</p>



<div class="wp-block-uagb-image uagb-block-0e2a429a wp-block-uagb-image--layout-default wp-block-uagb-image--effect-static wp-block-uagb-image--align-none"><figure class="wp-block-uagb-image__figure"><img decoding="async" srcset="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/picasso-titanic.png ,https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/picasso-titanic.png 780w, https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/picasso-titanic.png 360w" sizes="auto, (max-width: 480px) 150px" src="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/picasso-titanic.png" alt="" class="uag-image-1367" width="524" height="343" title="" loading="lazy"/></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo que várias obras são sutilmente mostradas no filme, na história real o quadro que realmente estava no navio e afundou foi a pintura a óleo de Blondel, “<em>La Circassienne Au Bain</em>” (1814). Também com uma figura feminina, nua, delicada, com símbolos de riqueza e alta classe.</p>



<div class="wp-block-uagb-image uagb-block-0d88c747 wp-block-uagb-image--layout-default wp-block-uagb-image--effect-static wp-block-uagb-image--align-none"><figure class="wp-block-uagb-image__figure"><img decoding="async" srcset="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/joseph-blondel.png ,https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/joseph-blondel.png 780w, https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/joseph-blondel.png 360w" sizes="auto, (max-width: 480px) 150px" src="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/joseph-blondel.png" alt="" class="uag-image-1368" width="403" height="424" title="" loading="lazy"/></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">No filme Titanic, a cena que retrata e se inspira em Olympia é quando Rose pede que Jack a desenhe como uma de suas francesas dos seus desenhos, usando somente um colar valioso. A personagem cria um clima que parece estar interpretando naquele instante uma prostituta de época, usando uma peça de roupa semelhante com a da que Olympia está deitada em cima, oriental, a mesma retira-o e deita-se em um sófa, se posicionando como as mulheres dos quadros apresentados até o momento na pesquisa: mulher branca, nua, com joias caras simbolizando a riqueza ao mesmo tempo querendo ser olhada, admirada e desejada através de seu corpo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Poderíamos dizer resumidamente que na Olympia, a prostituição se tornou mais extravagante e ameaçadora; e esse parece ter sido o reflexo preciso do estado de tal ramo de atividade no final do século XIX. Relações entre prostituta e cliente envolviam, entre outras, questões de classe – uma curiosa exposição do eu a alguém inferior, a alguém lastimável. Isso sem dúvida apimentava a transação, mas só se fosse incorporado ao teatro da sexualidade, que se tornou cada vez mais incômodo com o decorrer dos anos”. (T.J. Clark (2004, p.207 e 208)</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">No filme, Rose antes de se despir paga algumas moedas para o artista e então ele começa a produzir o desenho da moça, após isto, ambos têm relação sexual para consumar o desejo de Kate de agir como uma francesa. Kate que era de família rica e estava preste a se casar, agiu por impulso em viver um pouco como uma mulher qualquer não pensando nas consequências, a mesma viu no pintou alguém que a<br>enxergou além do luxo e bons costumes e isto fez com que os sentimentos tivessem o tempero a mais para viver esta história.</p>



<div class="wp-block-uagb-image uagb-block-45cdaeee wp-block-uagb-image--layout-default wp-block-uagb-image--effect-static wp-block-uagb-image--align-none"><figure class="wp-block-uagb-image__figure"><img decoding="async" srcset="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/rose-titanic-jack-pintando.png ,https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/rose-titanic-jack-pintando.png 780w, https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/rose-titanic-jack-pintando.png 360w" sizes="auto, (max-width: 480px) 150px" src="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/rose-titanic-jack-pintando.png" alt="" class="uag-image-1369" width="526" height="354" title="" loading="lazy"/></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>OLYMPIA DA ATUALIDADE</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Independente da época ou história, talvez a “Olympia” sempre esteve mais presente do que imaginamos, apenas foi se adaptando com a época.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a tecnologia avançada, o “Manet desta geração” são os celulares e câmeras com efeitos, as pessoas possuem um desejo anormal de quererem ser vistas, desejadas, admiradas o tempo todo. Os atuais “<em>nudes</em>” podem ser brevemente comentados como uma forma de representar a Olympia do século XXI, não que todas as pessoas que hajam desta maneira sejam como a figura representativa neste trabalho, apenas a questão do desejo de expor o corpo, a opinião, o empoderamento que muitas vezes tem sido confundido com tais representações e levando a má interpretação sobre o tema. Todos os seres desejam algo e muito tem esse sentimento de querer se sentir desejado, admirado, a diferença é que muitos conseguem e expõe isto de uma maneira mais descarada, já que outros vivem com tabus que percorrem desde o início de tudo. Como afirma Coli (1995, p. 08) “ É possível dizer, que arte, são certas  manifestações da atividade humana diante das quais nosso sentimento é admirativo, isto é: nossa cultura<br>possui uma noção de denomina solidamente algumas de suas atividades e privilegia. ”Da mesma maneira que “Olhando para Olímpia hoje, pode parecer inverossímil que essa pintura tenha se revelado tão difícil ou inacessível para o público da época. ” Como explica Briony Fer (1998, p.21).</p>



<p class="wp-block-paragraph">De qualquer forma o nu ainda é visto como algo não tão aceito por boa parte da sociedade que segue fielmente uma ‘cartilha’ de bons costumes e regras que devem ser respeitadas. Uma obra – nisto considerando, seja ela, uma pintura, uma fotografia ou um vídeo &#8211; com um corpo nu de uma mulher ainda pode abalar muito parte da sociedade, para outros pode parecer normal, da mesma forma que sempre existiram revistas para o público que admira uma boa fotografia de nu como existem para os que procuram satisfazer outros desejos, conforme afirma Anne Cauquelin (2005, p. 43 e 44) “O crítico<br>influenciando o marchand em suas escolhas, publicando em revistas nas quais se aproximam escritores e poetas, alimenta uma ‘vanguarda’ decididamente orientada na direção do moderno.” Indiferente de qual grupo a grande parte se encaixa, seja nos que admiram e discutem sobre a arte seja o que utiliza para outros fins pessoais, a Olympia tem muito a ensinar ainda.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NOTAS</strong>:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1 Pós-Graduanda em Produção em Cinema e Mercado Audiovisual &#8211; Pontifícia Universidade Católica do<br>Paraná. Pós-Graduada em Comunicação Digital e E-Branding &#8211; Pontifícia Universidade Católica do<br>Paraná. Fotógrafa especializada pelo Centro Europeu. E-mail: suhellen.fotografia@outlook.com<br>Artigo para a matéria da eletiva I – Arte Moderna: Sistema de Consumo (03, 04, 10 e 11/05/2019)</p>



<p class="wp-block-paragraph">2 Pesquisadora, professora e curadora. Doutora em Sociologia da Arte – USP. Pós Doutora em<br>Antopologia – Universidade de Copenhagen. E-mail: ameliasiegelcorrea@gmail.com</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>REFERÊNCIA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">CAUQUELIN, Anne. <strong>Arte Contemporânea: uma introdução</strong>. Tradução de Rejane<br>Janowitzer, Revisão de tradução de Victoria Murat. São Paulo: Martins, 2005, 169<br>páginas – (Coleção Todas as artes).</p>



<p class="wp-block-paragraph">CLARK, T. J.<strong> A pintura da vida moderna. Paris na arte de Manet e de seus seguidores.</strong> Tradução de José Geraldo Couto, coordenação de Sérgio Miceli. São Paulo, Companhia das Letras, 2004, 469 páginas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">COLI, Jorge. <strong>O que é Arte.</strong> 15ªed., Editora Brasiliense, São Paulo – SP, 1995. FRASCINA, Francis. BLAKE, Niegel. FER, Briony. GARB, Tamar. HARRISON, Charles. Modernidade e Modernismo. A Pintura francesa no Século XIX. Cosac Naify. 1995, 304 páginas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">IMAGENS, Google. Acesso: 29 de maio de 2019. <strong>HISTÓRIAS DAS ARTES. Olympia, Edouard Manet. </strong>Disponível em: <a href="https://www.historiadasartes.com/sala-dos-professores/olympia-edouard-manet/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.historiadasartes.com/sala-dos-professores/olympia-edouard-manet/</a> Acesso<br>em: 29 de maio de 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">HISTÓRIA DAS ARTES. <strong>A maja desnuda, Francisco de Goya</strong>. Disponível em: <a href="https://www.historiadasartes.com/sala-dos-professores/a-maja-desnuda-francisco-degoya/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.historiadasartes.com/sala-dos-professores/a-maja-desnuda-francisco-degoya/</a> Acesso em: 29 de maio de 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">MEGACURIOSO. <strong>6 Itens valiosos que naufragaram junto com o Titanic.</strong> Disponível em: <a href="https://www.megacurioso.com.br/ciencia/108604-6-itens-valiosos-quenaufragaram-junto-com-o-titanic.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.megacurioso.com.br/ciencia/108604-6-itens-valiosos-quenaufragaram-junto-com-o-titanic.htm</a> Acesso em: 29 de maio de 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">METEOROPOLE. <strong>Arte: A Vênus Adormecida, de Giorgione</strong>. Disponível em: <a href="http://meteoropole.com.br/2017/01/arte-a-venus-adormecida-de-giorgione/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://meteoropole.com.br/2017/01/arte-a-venus-adormecida-de-giorgione/</a> Acesso em: 29 de maio de 2019. </p>



<p class="wp-block-paragraph">POE, Edgar Allan. <strong>O Gato Preto.</strong> Disponível em: <a href="https://www.ufrgs.br/soft-livreedu/vaniacarraro/files/2013/04/o_gato_preto-allan_poe.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.ufrgs.br/soft-livreedu/vaniacarraro/files/2013/04/o_gato_preto-allan_poe.pdf </a>Acesso em: 29 de maio de 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">PPORTO, P Porto dos Museus. <strong>Utilização abusiva de obras de artes no Titanic gera polêmica.</strong> Disponível em: <a href="https://www.pportodosmuseus.pt/2012/04/26/utilizacaoabusiva-de-obras-de-arte-no-titanic-gera-polemica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.pportodosmuseus.pt/2012/04/26/utilizacaoabusiva-de-obras-de-arte-no-titanic-gera-polemica/</a> Acesso em: 29 de maio de 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>TITANIC 3D – Official Trailer 2012 (HD)</strong>. Disponível em:<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ZQ6klONCq4s" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.youtube.com/watch?v=ZQ6klONCq4s</a> Acesso em 29 de maio de 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">UFRGS. <strong>Arte entre os séculos XIV e XVIII.</strong> Disponível em:<br><a href="https://www.ufrgs.br/napead/projetos/historia-arte/idmod.php?p=ticiano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.ufrgs.br/napead/projetos/historia-arte/idmod.php?p=ticiano</a> Acesso em: 29<br>de maio de 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Capa: Olympia Édouard Manet (1863) <a href="https://artsandculture.google.com/asset/olympia/ywFEI4rxgCSO1Q?hl=pt-BR" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://artsandculture.google.com/asset/olympia/ywFEI4rxgCSO1Q?hl=pt-BR</a></p>



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		<title>Artigo: Linguagem imagética e textual da campanha &#8221; O que a folha Pensa&#8221; do jornal Folha de São Paulo (2016)</title>
		<link>https://suhellendolenga.com.br/artigo-linguagem-imagetica-e-textual-da-campanha-o-que-a-folha-pensa-do-jornal-folha-de-sao-paulo-2016/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Suhellen Dolenga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jan 2024 18:42:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[cultura visual]]></category>
		<category><![CDATA[hipermidia]]></category>
		<category><![CDATA[jornal folha de são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem imagética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olá, tudo bem? Entre 2014 a 2016 eu me especializei em Comunicação Digital e E-Branding pela PUCPR e como artigo de final de curso eu falei sobre &#8220;Linguagem imagética e textual da campanha &#8221; O que a folha Pensa&#8221; do jornal Folha de São Paulo&#8221; sob a orientação do professor Marcos Hiller e acredito que &#8230; </p>
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<p class="wp-block-paragraph">Olá, tudo bem?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre 2014 a 2016 eu me especializei em Comunicação Digital e E-Branding pela PUCPR e como artigo de final de curso eu falei sobre &#8220;<strong>Linguagem imagética e textual da campanha &#8221; O que a folha Pensa&#8221; do jornal Folha de São Paulo</strong>&#8221; sob a orientação do professor Marcos Hiller e acredito que seja ótimo compartilhar essa minha pesquisa com quem mais estuda sobre o assunto. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Caso usar algum trecho do meu artigo, por favor inserir o crédito*</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>LINGUAGEM IMAGÉTICA E TEXTUAL DA CAMPANHA ‘O QUE A FOLHA PENSA’ DO JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO</strong></p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><strong>Autora: </strong>Suhellen S. Dolenga1<br><strong>Orientador: </strong>Marcos Hiller2</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>RESUMO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O presente artigo tem como finalidade, analisar a linguagem imagética e textual, além da estruturação e determinados simbolos da cibercultura, no caso, o uso da Hashtag na Campanha impressa ‘O Que A Folha Pensa’ do jornal Folha de São Paulo. Os métodos usados foram a pesquisa teórica, análise dos anúncios e através da entrevista com o diretor da campanha João Wainer, onde explicou o  desenvolvimento e montagem dessa ação publicitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Palavras-chave: </strong>Linguagem imagética. Cultura visual. Jornal Folha de São Paulo. Twitter.<br>Hipermídia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>ABSTRACT</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">This article has the objective to analyse imagery and textual language and the organization and some symbols of cyberculture, particularly the use the hashtag symbol in the publicitary campaign ‘What Folha Thinks’ from Folha de São Paulo Newspaper. The methods used were theoric research, announcements analysis and the explanation about the development of this publicitary campaign given by his director, João Wainer, in an interview.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Keywords:</strong> Imagery language. Visual Culture. Folha de São Paulo Newspaper. Twitter.<br>Hypermedia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>INTRODUÇÃO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A imagem é uma das maneiras mais antigas de se comunicar. Seu início dá-se na préhistória com os primeiros desenhos e representações do cotidiano do homem do qual exemplificam que o indivíduo tem a necessidade em expor seu pensamento para os outros. Além desta maneira, também é utilizado através de sons, gestos e textos que denotam a importância de apresentar coletivamente suas ideias, mensagens, expressões e tantos outros sentidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caminhando pelo conhecimento teórico da necessidade de entender esta linguagem imagética e também textual &#8211; que atualmente nos mostra sobre um cenário bastante amplo, onde a cultura visual é de grande importância para o desenvolvimento de uma campanha &#8211; não é a esmo que o estudo breve da semiótica, que analisa os elementos simbólicos envoltos da imagem verbal e não- verbal, será utilizado nesta pesquisa. Isso (o uso da semiótica e outros elementos teóricos), se deve a maneira de como a comunicação inserida no respectivo meio do qual se queira divulgar uma mensagem (informação), possa trazer a interpretação ou ideias acima do que é construído. Baseando-se assim, por essa premissa, nesse artigo, através dos estudos de Joly (2014, pg.73): “O simples fato de designar unidades, de recortar a mensagem em unidades passíveis de denominação, remete ao nosso modo de percepção e de “recorte” do real em unidades culturais”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O foco desta pesquisa é de analisar o uso da imagem como algo necessário e/ou complementar para com o texto que o acompanha ou apenas algo de duplicidade de mensagem, vindo a ocorrer uma redundância referente aos temas abordados na campanha ‘O Que A Folha Pensa’, do jornal Folha de São Paulo produzida pela agência África, vinculada entre os meses de junho à final de setembro de 2014, além do uso da <em>hashtag3</em> que também faz parte do contexto servindo como um elo para o meio digital do qual o jornal está tendo que se adaptar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O jornal Folha de São Paulo4 anunciante da campanha publicitária aqui analisada &#8211; é o de maior circulação do país, deu início as suas atividades a partir de 1921, como Folha da Noite. O periódico abrangia a burguesia de São Paulo e os assuntos gerais da cidade. Dentre as transições que o jornal foi sofrendo, foi a partir da década de 1960, cujo o novo dono Octávio Frias de Oliveira com sua gestão sobre o âmbito econômico e editorial criou os pilares que se apresentam até hoje na empresa e obviamente no produto, Folha de São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a tecnologia e a informação sendo mais ágil de chegar até as pessoas, hoje o jornal conta com leitores de variadas idades, grupos, cultura, hábitos, dentre outros. Sendo assim, estas transformações socioculturais fizeram que o modelo de negócio fosse alterado em sua forma como mecanismo de se adaptar-se as novas demandas de público e no mercado editorial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cultura visual acaba sendo modificada conforme as mudanças vão ocorrendo, fazendo com que a mensagem que na maioria das vezes carrega consigo uma relação do que é visível, complementar ou divergente entre os elementos nem sempre acaba sendo vista igual por todos conforme foi estruturada no início da montagem da campanha. O conjunto de nove peças mostrando diversos impactos nos diferentes grupos sociais, como o uso da hashtag “#SigaAFolha” dentro da campanha ‘O Que A Folha Pensa’,que a princípio é uma das maneiras de atrair o jovem a poder interagir com o jornal pelos meios digitais, utiliza uma rede social que é muito utilizada por esse público mais novo, o Twitter5.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse ideário simbólico de uma ferramenta moderna (Twitter) para dentro do jornal apresentado na campanha, acompanha o raciocínio da estudiosa da área comunicacional Polyanna Ferrari em sua obra ‘Hipertexto e hipermídia’, de que mais que adaptar suas plataformas com elementos de comunicação digital, as mídias tidas como tradicionais (como a Folha de São Paulo, anunciante da campanha aqui analisada), adaptam o elemento participativo para dentro de seus meios cada vez mais, já que a dinâmica do Twitter é o campo de mensagem direta, a opinião: como também de trazer o leitor do impresso para o meio digital – Ferrari (2012, pg.127) “Na mídia tradicional, havia meios de comunicação com os responsáveis pelo desenvolvimento do conteúdo. […] Cartas ao editor era outra forma de comunicação. A comunicação na web permite tanto a comunicação sincrônica quanto assincrônica, permitindo que a comunicação se torne parte permanente do conteúdo programático”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como objetivo principal, ao longo da pesquisa será descrito e analisado a estruturação da linguagem imagética e textual da campanha ‘O Que A Folha Pensa’ do jornal A Folha de São Paulo, com uma análise direta de cada peça, será possível verificar se ambas as linguagens, imagética e textual da ação se completam, se divergem, trazem novas mensagens consigo ou simplesmente repetem informações como até mesmo o uso da <em>hashtag</em>, se foi bem estruturada para o uso digital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo foi produzido nove peças publicitárias onde um conjunto direcionado de elementos imagéticos e textuais são usados como forma de apresentar o produto, ideia ou serviço a fim de que com tais recursos sua mensagem final seja recebida e comprada – mesmo que simbolicamente. As peças partem dos assuntos que envolve questões que geram impacto na sociedade, como: casamento gay, manifestações, política econômica, grandes jogos esportivos no país, pena de morte, cota racial nos estudos, voto obrigatório, drogas e aborto sendo abordados sempre mesclando com as opiniões &#8211; ora similares, ora divergentes dos leitores ali representados– reforçando na voz em <em>off</em> que aparece no final de todas as peças de que o jornal abre o espaço dentro do debate para a pluralidade de ideias, conforme afirma Santaella (2012, pg.57),“A legenda comenta a imagem que, sozinha, não é totalmente entendida. A imagem ou a figura comenta o texto e, em alguns casos, a imagem até comenta sua própria legenda. ”, da mesma maneira que o uso da <em>Hashtag</em> também é um diferencial a ser verificado, pois é uma linguagem nova ainda para determinadas empresas onde o uso nem sempre é bem trabalhado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Através de Saad (2011, pg.312) do qual comenta em sua pesquisa de Linguagens da informação digital: reflexões conceituais e uma proposta de sistematização, onde afirma que o “Mundo digital e sociedade da informação vêm atrelados à percepção coletiva de um mundo onde tudo muda muito rápido, uma sociedade em que as relações se estabelecem sem a necessidade da presença física, em que a eliminação das distâncias parece ser norma.” – é nítido que o conjunto destas transformações resultou e vem trazendo uma nova forma de se fazer, apresentar, vender e receber o retorno critico por parte do leitor, da qual surgem vários retratos, não só sobre seus hábitos, suas opiniões e sua relação com o jornal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isto, os vertiginosos números de acesso na página do jornal explicam estas transformações que ao mesmo tempo que as vendas em bancas ainda estejam em andamento, também investe-se de maneira criativa no meio digital, atraindo e podendo ficar mais próximo do público mais novo e que interage por meio digital tendo como um diferencial de poder entender melhor estes leitores que são uma fatia considerável além da bagagem cultural destes usuários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presente artigo utilizará as seguintes metodologias: pesquisa bibliográfica, pesquisa descritiva e a análise do material escolhido para a pesquisa, no caso a campanha “O Que A Folha Pensa” do jornal Folha de São Paulo do qual será feita em etapas: a primeira de forma direta, sem amparo teórico, onde será descrito e analisado brevemente pela autora do artigo. Logo em seguida, através da entrevista com o diretor da campanha: João Wainer6, repórter fotográfico, onde participou da construção da campanha aqui analisada, forneceu algumas informações em torno dos anúncios, respondendo a cinco questões onde serviram de auxílio com a contribuição das bibliografias para entender melhor as ações publicitárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo está dividido em seções, onde serão tratados sobre os ‘Simbolismos na comunicação e suas constantes transformações no meio comunicacional’, em que é exposto a maneira de como o jornal se ‘comunica’ com os leitores; ‘Hipermídia: os caminhos da Folha por esse terreno’ que ainda é um assunto novo para muitos que acompanham o jornal; ‘A campanha ‘O Que A Folha Pensa’ mostrando por ações publicitárias a opinião do jornal e também leitor ali representado e ‘A representação, afirmação simbólica e elementos da cibercultura nos meios comunicacionais na campanha da Folha e a definição de novos meios de comunicação’, apresentando as novas formas de comunicação por meio da campanha analisada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SIMBOLISMOS NA COMUNICAÇÃO E SUAS CONSTANTES TRANSFORMAÇÕES NO MEIO COMUNICACIONAL</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Houve um período de nossa história social em que a vida do indivíduo não tinha o elemento virtual como continuação de sua vida social. Hoje, o conjunto que compõem os meios tecnológicos como extensão do indivíduo, são relativamente recentes como mecanismo incorporados na rotina diária das pessoas: dispositivos como celulares e computadores que permitem uma interação virtual já são tão presentes na rotina das pessoas o que por consequência pode ser encarado como uma linha cada vez mais singular (o real e o virtual).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Mcluhan (1964, pg.64) “[…] o fato de que os homens logo se tornam fascinados por qualquer extensão por si mesmos em qualquer material que não seja o deles próprios”, ele nos apresenta a ideia dessa aceitação quase instantânea por conta daqueles que tem contanto com tais ferramentas. Nesse comportamento em cadeia, vem surgindo novas dinâmicas socioculturais dentro e fora desse meio (a relação entre os indivíduos e os variados mecanismos de informação). Consequentemente, várias formas de se apresentar uma mesma informação são necessárias para estarem em sintonia com suas respectivas plataformas (em grosso modo, o tipo de mecanismo digital que receberá os dados).</p>



<p class="wp-block-paragraph">É justamente nesse aspecto que a mensagem em suma é a mesma em todos os meios dos quais ela transita, porém, a mensagem é formatada de modo que se apresente de acordo com o mecanismo (plataforma) do qual ele está sendo consumido. Para Santaella, essas “dimensões galácticas” transformações no cenário da comunicação de forma exponencial), conceituam o momento de transformação no campo da divulgação de mensagens:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>“Imagens têm sido meios de expressões da cultura humana desde as pinturas pré históricas das cavernas, milênios antes do aparecimento do registro da palavra pela escritura. Todavia, enquanto a propagação da palavra humana começou a adquirir dimensões galácticas já no século XV de Gutenberg, a galáxia imagética teria de esperar até o século XX para se desenvolver. Hoje, na idade do vídeo e infográfica, nossa vida cotidiana – desde a publicidade televisiva ao café da manhã até as últimas notícias no telejornal da meia-noite – está permeada de mensagens visuais de uma maneira tal que tem levado os apocalíticos da cultura ocidental a deplorar o declínio das mídias verbais. ” (SANTAELLA. 2014; PG.13)</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme disse Santaella, vimos que a propagação da comunicação multimídia de forma constate e frenética vem transformando a relação de recepção e consumo por parte do público-consumidor. Assim, o pensamento da autora ajuda a entender algumas dinâmicas do meio comunicacional vigentes como por exemplo: mídias nem sempre são fixas, podendo ser criada e/ou modificada de maneira que possa interagir em ambiente em que se possa assumir uma vida inventada, simulando-a como bem entender onde não há limites das múltiplas identidades que um ser pode ter &#8211; chegando no que conhecemos de transmutação identidária &#8211; dando a oportunidade também e principalmente de socialização com qualquer pessoa do mundo onde estiver. Porém, é notório o fator dominante com a exposição de informações de cunho pessoal, onde informações reais sobre o indivíduo que ali permeia por aquele ambiente acaba direta e indiretamente apresentando esses dados de maneira livre e como bem entender.<br>Já não é mais imaginação de ficção a transição e distribuição constante e fluída de informações como forma de estabelecer entre receptor e produtor e vice e versa, a interação e produção de informações como forma de estabelecer meios de comunicação e ou obter dados para métricas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aos poucos as empresas que detém esse meio tiveram que se adaptar para apresentar essas novas transformações, principalmente os meios comunicacionais que passaram do papel para o digital, conforme Rodrigues (2014, pg.51) “As plataformas usadas pelas redes sociais digitais propiciam que a difusão de uma ideia atinja velocidade e alcance de propagação de alcance global em segundos. ” Para exemplificar o que a autora conceitua, observa-se sites de noticia7 cujas empresas também possuem jornais impresso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O jornal Folha de São Paulo também detém seu produto impresso e online. Este último possui uma frequência8 de atualização notadamente superior do que o jornal impresso. Pelo consenso mercadológico o impresso é diário, mas durante o período de um dia o que ali se apresenta, mesmo com as mudanças dos fatos ali apresentados a informação é alterada no dia seguinte. No site, se tem o desdobramento de uma notícia e forma constante, frequente, quantas vezes os responsáveis pelo site acharem prudente continuar a atualização.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>METODOLOGIA, ANÁLISE E ENTREVISTA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A metodologia trabalhada para a construção do artigo é através da pesquisa bibliográfica que por meio de documentos, obras impressas e digitais contenham informações que sejam importantes para melhor compreender o tema proposto, a procura mais profunda em materiais e estudos já publicados por especialistas do assunto. Trazendo o tema proposto, e por sua vez utilizando de tal métodos, obras dirigidas ao produto serão utilizadas como forma de construção do entendimento da campanha aqui apresentada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa descritiva, descrevendo sobre a estruturação da linguagem imagética e textual da campanha podendo explicar sobre o fato, de como ele acontece e a ligação com outras conexões como o uso da <em>Hashtag</em>, o uso evidente desse método descritivo permeará como base introdutória ao que se chama de análise, cujos critérios e bases teóricas serão apresentados e executados em seus respectivos capítulos, destinados a essa ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E a análise de conteúdo, se aprofundando em materiais do qual há uma ligação com a comunicação em massa, como jornais, o meio televisivo, o meio digital dentre outros, para a análise da pesquisa e além do questionário do qual o diretor da campanha e repórter fotográfico, João Weiner nos informou mais sobre como foi estruturado a campanha por um todo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>HIPERMÍDIA: OS CAMINHOS DA FOLHA POR ESSE TERRENO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O jornal em seu tradicional formato vem sofrendo mudanças em todo o seu conjunto, graças as alterações comportamentais de seus leitores. Essa rede de transformações se deve a termos comuns nesse debate (sobre as mudanças do jornalismo impresso) devido, por exemplo, a migração dos leitores para as plataformas digitais, o que repercute na vendagem do periódico em papel. Sendo assim, é notadamente visível e constante a elaboração de meios de perpetuar o jornalismo impresso, onde algumas empresas de comunicação vêm criando formas de incorporar o leitor que outrora deixou a leitura em papel e agora migrou para o meio virtual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para André lemos esse aspecto é chamado de “conversação”:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>“Podemos afirmar que a conversação mundial se aplicou com sistemas de comunicação transversais como blogs9 , microblogs10, wikis11 e outras redes sociais. A liberação da emissão (antes controlada pelos mass media12) é correlata à abertura dos sentidos. A transformação da esfera mediática se dá com o surgimento de funções convencionais pós-massivas, permitindo, a qualquer pessoa, consumir, produzir e distribuir informação sem ter que movimentar grandes volumes financeiros ou pedir concessão a quem quer que seja. ” (LEMOS. 2009, pg. 28)</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Como Lemos exemplifica, a integração entre todos os meios e permite uma integração entre si. Portanto mais do que o termo migração, se entende o cenário comunicacional atual expandindo várias formas de transmitir tais informações. O conceito de cibercultura é indispensável para se entender em como essas empresas de comunicação vem usando desses elementos virtuais para a inserção de seu produto jornalístico dentro do espaço virtual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É por esse caminho (analisados aqui) que o jornal A Folha de São Paulo e objeto de pesquisa e análise desse artigo procurou fazer com a campanha que utilizou das <em>hashtags</em> sendo a #OQueAFolhaPensa13 como a principal e #SigaAFolha 14como complemento e outra forma de trazer os leitores a segui-los em suas redes sociais e se atualizar de maneira mais fácil pelo portal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Devido o uso de ambas as <em>hashtags</em>, independente de qual rede social irá utilizar, a mesma mensagem pode e acaba se adaptando conforme a linguagem que o canal trabalha, gerando de certa forma, uma maneira diferenciada de transmiti-la. Conforme Jenkins (2014) “As indústrias de mídia compreendem que a cultura está se tornando mais participativa, que as regras estão sendo reescritas e que os relacionamentos entre produtores e seus públicos estão em fluxo”, ou seja, a existência de variadas redes sociais &#8211; cada qual com sua linguagem &#8211; a mensagem muitas vezes acaba sendo ignorada (devido sua constância e frequência) e superficial (pela maneira que se é passada). Assim, esses canais servem apenas<br>como uma linha de transmissão da informação onde levará o usuário ao local de origem da informação, no caso a campanha que expressa opiniões sejam elas, a favor ou contra sobre assuntos polêmicos, deixa em aberto para que o usuário possa expressar seus pensamentos e debater sobre os mesmos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A CAMPANHA ‘O QUE A FOLHA PENSA’</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O enfoque da campanha ‘O Que A Folha Pensa’ 15 denota o aspecto opinativo do jornal Folha de São Paulo (editoriais, carta ao leitor, análise/enfoque), cujo elemento é potencialmente explorado pela mesma em todas as plataformas em que atua (seja desde opróprio impresso, internet, canal do Youtube16, através de <em>hiperlinks</em> eventuais no <em>Twitter</em>17 / <em>Facebook</em>18 como também para uso em<em> Tablets</em>19 e <em>mobiles</em>20), conforme Saad (2009, pg.205) “as redes sociais possuem uma atividade muito típica: o compartilhamento de links associados a comentários e avaliações” sendo no sentido de demonstrar a atitude de expor seu posicionamento editorial e opinativo e ao mesmo tempo permitindo a opinião dos leitores de seu jornal como elemento de pluralidade de ideias &#8211; mesmo que tais posicionamentos externos sejam contrários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação publicitária que foi veinculada de junho a final de setembro de 2014 (aqui analisadas em sua apresentação impressa e o uso da <em>hashtag </em>que leva o leitor ao meio digital), contém nove temas de enfoque social e contemporâneo, sendo eles: Aborto, cotas raciais, drogas, política econômica do país, casamento gay, Jogos Olímpicos no Brasil, manifestações, pena de morte e voto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em cada uma das noves peças, todos os conjuntos e unidades gráficas não se alteram (o que indicam que as nove fazem parte da mesma campanha). O que difere em cada, são as imagens (uma em cada peça) e o texto todos de acordo com a imagem (semióticamente e simbolicamente), cada qual com a opinião do jornal e do personagem ali representado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>“Um projeto de imagem é primeiro verbalizado, antes de ser realizado visualmente. A publicidade é um bom exemplo dessa conduta. Quer-se mostrar determinada pessoa, determinado traje, determinado lugar em particular, ou ainda evocar determinado conceito (a liberdade, a feminilidade). Encontrar o equivalente visual de um projeto verbal não é simples e requer escolhas de todos os tipos. Um mesmo roteiro (verbal) pode dar lugar a todos os tipos de representações visuais vinculadas à riqueza infinita da experiência de cada um. ” (JOLY. 2014; PG.73)</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme Joly enaltece, a publicidade se dirige para um público. Isto é, pensando de forma simplista em um primeiro momento, a comunicação é feita para um tipo de público com sua cacteristicas e personalidades. Se a mensagem, for acertada para esse púbico, logo a mensagem resultou-se satisfatoriamente. A campanha da Folha de São Paulo caminha por esse sentido (ao menos em parte, já que não foi encontrado informações sobre a recepção da campanha perante seu público alvo).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O jornal que se se diz “plural” no âmbito de respeitar opiniões divergentes, apresenta, noves exemplos de leitores de jornal, também de forma ampla. Ali se apresenta, por exemplo: um motoqueiro, uma senhora, um empresário, um estudante (…) ou seja, os personagens representados em cada anúncio carregam consigo características marcantes referentes do que se trata, podendo ‘’ler-se’’ primeiro a imagem e após isto a opinião de ambos – jornal e personagem – e então podendo ambos, concordarem ou divergirem, mostrando que nem sempre o que se vê pode ser julgado sem antes ouvir a sua ideia, seu pensamento deixando a representação artística ser apenas um meio de poder interagir e buscar tratar e explorar sobre<br>os temas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Numa análise direta pelos nove anúncios, podemos notar que seus personagens representam nitidamente uma visão – ora aceitável, ora servindo como discussão – visualmente.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="831" height="489" data-id="1333" src="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/1-1.png" alt="" class="wp-image-1333" srcset="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/1-1.png 831w, https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/1-1-300x177.png 300w, https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/1-1-768x452.png 768w, https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/1-1-102x60.png 102w" sizes="(max-width: 831px) 100vw, 831px" /></figure>
</figure>



<div class="wp-block-uagb-image uagb-block-f05b7c57 wp-block-uagb-image--layout-default wp-block-uagb-image--effect-static wp-block-uagb-image--align-none"><figure class="wp-block-uagb-image__figure"><img decoding="async" srcset="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/1-2.png ,https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/1-2.png 780w, https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/1-2.png 360w" sizes="auto, (max-width: 480px) 150px" src="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/1-2.png" alt="" class="uag-image-1334" width="498" height="474" title="" loading="lazy"/></figure></div>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Criminalização do Aborto</strong>, representado visualmente por uma moça que demonstra a independência da mulher nos tempos atuais, cabeça erguida, decidida, tem como opinião ser contra.</li>



<li><strong>Cotas raciais,</strong> na imagem de uma negra que &#8211; semioticamente falando &#8211; parece usar um colar que lembra cordas, tem como opinião ser contra. </li>



<li><strong>Política econômica</strong> <strong>atual</strong>, sendo representado por um japonês – onde entendemos que em outros países são melhores economicamente e usam de sua inteligência para crescer, tem como opinião ser contra.</li>



<li><strong>Casamento gay</strong>, o rapaz que representa fisicamente ser o primeiro a ser julgado pela sua aparência de motoqueiro, de opinião forte, ‘ briguento’, tem como opinião ser a favor.</li>



<li><strong>Manifestações</strong>, tendo como seu carro-chefe uma senhora, esclarecida, com marcas naturais no rosto, mas do qual carrega histórias de antigas expressões de seu povo e lutas, tem como opinião ser a favor.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Estes cinco anúncios têm em comum &#8211; os personagens e o jornal &#8211; serem contra e a favor sobre suas opiniões.</p>



<div class="wp-block-uagb-image uagb-block-1730ece4 wp-block-uagb-image--layout-default wp-block-uagb-image--effect-static wp-block-uagb-image--align-none"><figure class="wp-block-uagb-image__figure"><img decoding="async" srcset="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/1-3.png ,https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/1-3.png 780w, https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/1-3.png 360w" sizes="auto, (max-width: 480px) 150px" src="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/1-3.png" alt="" class="uag-image-1335" width="523" height="483" title="" loading="lazy"/></figure></div>



<div class="wp-block-uagb-image uagb-block-fbb330be wp-block-uagb-image--layout-default wp-block-uagb-image--effect-static wp-block-uagb-image--align-none"><figure class="wp-block-uagb-image__figure"><img decoding="async" srcset="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/1-4.png ,https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/1-4.png 780w, https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/1-4.png 360w" sizes="auto, (max-width: 480px) 150px" src="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/1-4.png" alt="" class="uag-image-1336" width="512" height="425" title="" loading="lazy"/></figure></div>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Legalização das drogas</strong>, que é um assunto tão em voga – ter como uma representante uma moça jovem, de aparência marcante, personalidade forte, tatuagens, cabelo curto e piercings que para a sociedade ainda é visto como um ser de índole duvidosa e mal vista, além de que os braços para cima denotam como forma de estar ‘presa’ em uma revista, tem como opinião ser contra. </li>



<li><strong>Olimpíadas no Rio, </strong>é representado por um rapaz que não mostra fazer nenhum tipo de exercício físico, tranquilo e tem como opinião ser contra.</li>



<li><strong>Pena de morte</strong>, tem como representante, um homem bem vestido, engravatado, de respeito. Sendo mostrado apenas pela metade do rosto, pode mostrar que um lado é visível, e o outro o mistério, a gravata como um signo forte serve como literalmente “a corda no pescoço”, tem como opinião ser a favor.</li>



<li><strong>Voto obrigatório,</strong> Jovem, bem vestido, tem sua opinião forte e quer que isso seja vista e ouvida, com a intensão de ser uma nova geração a modificar o pais, tem como opinião ser a favor.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nestes quatro anúncios, personagens e jornal divergem sobre suas opiniões. Podemos notar que muitas das vezes lido apenas pelo visual – linguagem imagética e não o textual junto, fazendo com que a campanha gere discussão entre seus leitores e a sociedade num todo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso da <em>hashtag </em>(#SigaAFolha) entra neste quesito, onde é algo que aparece forte nas nove imagens, e através deste símbolo, levar estes leitores para o meio digital, onde a opinião com outros poderá ser compartilhada além de que faz uma junção e transição do papel para a nova cultura que é o que muitos meios de comunicação ainda estão em fase de adaptação. Também é possível encontrar o uso da <em>Hashtag </em>#OQueAFolhaPensa do qual leva o nome da campanha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender melhor a concepção da ação publicitária elaborada para o jornal, o primeiro contato e talvez o pincipal ocorreu no dia 11 de novembro de 2015, através de um email para João Wainer, repórter fotográfico do jornal e diretor da campanha ‘O Que A Folha Pensa’ pedindo para poder entrevistá-lo e responder algumas questões sobre o ínicio, meio e fim dos anúncios. No mesmo dia, solicitou que ligasse para poder conversar por telefone que poderia auxiliar e contribuir para a pesquisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conversa com o mesmo, foi realizada via telefone no dia 14 de novembro de 2015, em meio a uma gravação em um cemitério no Rio Preto (SP), João respondeu as questões de forma pontual e direta &#8211; devido a ligação estar com ruídos &#8211; conversando em seu intervalo acerca do sentindo em torno da campanha, ‘O Que A Folha Pensa’ da qual ajudou a construir. Wainer explicou que o conjunto da campanha traz a imagem do leitor como indivíduo opinativo, categorizando-o de igual para igual com a dinâmica opinativa de um jornal. Para chegar a essa apresentação, o profissional informa que a ideia da campanha e construção da mesma foi diretamente concebida pelo grupo editorial do próprio jornal, Folha de São Paulo, mostrando o conceito de a Folha ser integrada entre o polo opinativo (de seu leitor), a várias opiniões, mantendo o espirito crítico do veículo (posição opinativa e editorial) sobre diversos<br>assuntos e ao mesmo tempo mostrar um reflexo da visão de seus leitores, estejam eles a favor<br>ou contra a posição do jornal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor da campanha ainda explicou que a seleção dos personagens que representam cada tema abordado nos anúncios, foi feito através de uma seleção de pessoas onde uma produtora de casting21 selecionou grupos com opiniões diversas e cada um passou por uma entrevista. O conjunto estilístico (vestuário, maquiagem e expressão corporal) também contou muito para a seleção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quinze minutos depois, a ligação foi refeita já que a mesma havia sido cortada pela baixa qualidade. Logo restabelecida, Wainer continuou explicando que em sua direção, utilizou-se a linguagem dos retratos podendo contar uma história breve através das fotografias ali mostradas (no caso, para o anúncio televisivo) a do meio impresso, foi utilizado uma fotografia única que marcasse e passasse uma mensagem além da textual para cada tema. Observa-se (aqui com destaque) uso da <em>hashtag </em>(que compõe a parte textual), foi algo solicitado pela Folha de São Paulo. O mesmo não soube informar se a proposta de inserir este termo na campanha foi bem recebido e compreendido pelo público, pois sua parte era dirigir o trabalho proposto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A produção do material (elaboração, produção e aprovação do cliente) ainda segundo o fotógrafo, foi de três semanas. O mesmo informou, que foi a primeira campanha onde um colaborador diretamente ligado com o jornal, concebeu em parceria com uma agência de publicidade a construção de uma campanha dessa natureza durante todas as etapas de produção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Folha de São Paulo e a Agência África não cedeu entrevista até o momento de conclusão da pesquisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A REPRESENTAÇÃO, AFIRMAÇÃO SIMBÓLICA E ELEMENTOS DA CIBERCULTURA NOS MEIOS COMUNICACIONAIS NA CAMPANHA DA FOLHA E A DEFINICÇÃO DE NOVOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É notório a demanda constante envolvendo alterações na forma de apresentar o conteúdo noticioso por meio de veículos tidos como tradicionais como o caso do objeto de estudo desse artigo, a Folha de São Paulo. A Folha, um dos jornais mais influentes do país e vem utilizando plataformas online desde 1996, quando surgiu na internet, como um pequeno site com as principais notícias do dia. Durante a ampliação da internet, o jornal também estabeleceu formas de atingir seu público por meio de variadas plataformas. Dentro dessa ampliação do alcance da comunicação do jornal, atentasse dessa inserção dentro das redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tais redes sociais específicas (que se encaixem com o tema proposto no caso o jornal) vem sendo construída de maneira onde o leitor se sinta confortável para receber o material popularizando (através do modo compartilhamento, pelo <em>Facebook</em>, rede social mais visitada), e opinando.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>“Trata-se, assim, de uma nova estratégia de branding, isto é, divulgação e fortalecimento de uma marca. Ou seja, a ideia é se aproximar do consumidor não apenas oferecendo o produto e apresentando as suas características funcionais e estéticas (design), preço e formas de compra (pontos de venda/dinâmica de<br>distribuição), mas, todo um conjunto de temas e assuntos correlatos ao produto, que permita que este seja apenas mais um dos muitos atores de uma comunidade, entendida aqui como um grupo que se aproxima por afinidades e não por obrigação. ” (PEREIRA. 2011, PG. 11)</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Não é ao acaso, portanto, as frequentes alterações na apresentação do jornal em seu conteúdo como um todo (gráfica e textual principalmente. Isso acontece em detrimento do espaço virtual, onde se tem por tendência (graças a força da constante evolução de seu sistema funcional e afins) como espaço que se transmuta com veloz transformação. Porém para se entender o presente cenário dentro do conceito exemplificado por Pereira, é necessário retroceder no histórico do jornal, desde seus primórdios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No início dos primeiros jornais, (e isso se aplica similarmente a Folha de São Paulo) a única maneira de transmitir as notícias e comunicar as pessoas era por meio impresso, comprado em bancas de revistas, assinatura ou por distribuição. Hoje, a notícia pode chegar ao leitor de diversas formas e conseguir transmitir uma mesma mensagem de diversas maneiras possíveis: sendo elas pelo método tradicional, com colunas, artigos, gifs, fotografias, vídeos, infográficos dentre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estas novas formas de comunicação passam a trazer uma cultura diferente, a fazer com que os usuários passem a podem debater os assuntos ali abordados com diversos outros fãs da marca, no caso do jornal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Folha escolheu para acompanhar a campanha analisada, o uso da <em>hashtag </em>ou também conhecido como <em>tags</em>, algo que está em alta como uma estratégia de crescimento comunicacional do qual faz com que qualquer pessoa que esteja procurando ou falando sobre determinado assunto possa localizar grupos, notícias, debates, algo que parece tão simples, mas que se souber utilizar de forma correta pode viralizar o assunto, claro que depende muito do que esta se tratando e se a tagueação será bem elaborada.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“O que está em jogo aqui é a força do &#8220;tagueamento&#8221;, nova estratégia comunicacional que fortalece ainda mais o microblog Twitter e outras redes como o Instagram, que também utilizam #hashtags. São sinais que nos fazem perceber que a viralização, tão fundamental no ciberespaço, não está acontecendo no Facebook.” (FERRARI. 2014)</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto Ferrari enaltece que os mecanismos característicos de cada rede social priorizam de sua forma o empoderamento, a divulgação e a replicação da opinião de seus usuários. Por isso, já não é incomum as empresas estarem também nesses territórios de troca de comunicação, junto com os usuários. Redes como <em>Twitter </em>e <em>Instagram</em>22 fazem um de seus principais meios de comunicação e/ou <em>hashtags</em>, onde qualquer assunto tratado pode ser localizado facilmente. O <em>Facebook </em>começou a pouco tempo a implantar estes meios de comunicação em sua rede, mas ainda está tímido o uso e não sendo muito eficaz as buscas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>CONSIDERAÇÕES FINAIS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio do presente artigo, em sua fase aqui já concluída, a autora desse trabalho entende que a dinâmica do jornal Folha de São Paulo atrelada aos seus objetivos de integrarse com força ao ambiente virtual, por meio de dispositivos publicitários, se apresenta bemsucedida, em um aspecto geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É notório seu caminho focado ao espaço virtual, se utilizarmos a campanha ‘O Que A Folha Pensa’, como ponto de partida do princípio de que a comunicação está direcionando um público variado, eclético – público esse, que transita dentro desse espaço virtual. Além disso, outro aspecto tão importante para a construção da campanha (e por consequência dos conjuntos de objetivos do jornal em integrar-se dentro da rede) é usar de elementos-signos desse espaço digital. O uso da <em>hashtag </em>é um exemplo. Porém, percebeu-se que a utilização da mesma, não é satisfatória como forma de associar a expressão virtual ao jornal. O exemplo disso, é falta de integração entre a campanha e o uso de tal elemento. A campanha não se preocupou em trilhar uma estratégia onde a expressão ‘Siga A Folha’ fosse disseminada, fazendo uma associação entre campanha e um de seus objetivos (espalhar as ideias, usando desse elemento, uma espécie de agente popularizador), sendo que ora concorda, ora diverge mas ambas sempre se complementam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, houve uma considerável dificuldade em encontrar os responsáveis da campanha, para contribuir no presente artigo. Mesmo possuindo o contato de seus idealizadores, apenas o fotógrafo e diretor da campanha, João Wainer, respondeu ao chamado. Porém, por motivos externos (sua rotina profissional e a má qualidade do contanto por meio telefônico) as informações foram obtidas de forma resumida e fragmentada, o que fez com que as informações ficassem reduzidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conclui-se que os objetivos propostos pela campanha ‘O Que A Folha Pensa’ acerta ao mirar-se para um público múltiplo, justamente este que transita dentro do espaço virtual, mostrando um veículo antenado e moderno. Porém erra, ao não impulsionar justamente os elementos simbólicos desse espaço, fazendo com que a campanha não integrasse totalmente seu objetivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Devido a algumas dificuldades encontradas no decorrer da construção da pesquisa &#8211; como o tempo ser limitado e a falta de contato com responsáveis do jornal &#8211; fez com que o artigo chegasse num limite, mas com informações que podem ser investigadas futuramente com uma análise mais profunda dos anúncios impressos do qual a semiótica focada poderá detalhar bem sobre cada tema abordado além claro, que a campanha televisiva que ficou de fora do artigo poderá seguir a linha de estudos de cinema e audiovisual na publicidade junto com a linguagem digital usada na campanha como forma de trazer o mundo real para o virtual, aqui no caso, com a utilização da <em>Hashtag</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NOTAS</strong>: </p>



<p class="wp-block-paragraph">1 Pós-Graduanda em Comunicação Digital e E-Branding – Pontífica Universidade Católica do Paraná. Graduada em Administração – Faculdades Integradas Camões. Fotógrafa Especializada pelo Centro Europeu. E-mail: suhellen.fotografia@outlook.com</p>



<p class="wp-block-paragraph">2 Mestre em Comunicação e Consumo pela ESPM. Pesquisador nas áreas de redes sociais, branding e cultura digital, ministra palestras pelo Brasil e exterior. Professor da Faculdade de Administração da FAAP e convidado de escolas de negócios como FIA-USP, FEA-USP,ECA-USP, PUC-PR. E-mail: Marcoshiller78@gmail.com</p>



<p class="wp-block-paragraph">3 <em>Hashtag</em><strong>&#8211; </strong>Indica que a palavra-chave pertence a determinado grupo e leva o usuário a outros documentos que utilizam da mesma expressão. O símbolo utilizado para isto é o # antes da palavra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">4 Segundo o site da Folha, sua circulação diária (segunda a sábado) em mídia impressa é de 309.461 exemplares, nos domingos é de 333.519 exemplares (Folha Institucional). Seu site é considerado o de maior visitação de segmento de site de notícias do país, com visitantes únicos de 34.329.797 e com páginas vistas no total de 306.772 de pessoas (informações referentes ao mês de dezembro segundo o <em>Adobe Analytics</em>). – Acesso em: 19 de janeiro de 2.016.</p>



<p class="wp-block-paragraph">5 <em>Twitter </em>&#8211; Rede social em formato de micro blog onde se é permitido o uso de 140 caracteres apenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">6 Blog e portfólio de João Wainer: https://joaowainer.wordpress.com . Acesso em: 10 de novembro de 2015.</p>



<p class="wp-block-paragraph">7 Alguns exemplos de jornais que possuem sua versão digital e impressa além da Folha de São Paulo: Gazeta do povo (Curitiba) e Estado De São Paulo (São Paulo).</p>



<p class="wp-block-paragraph">8 Visitação mensal de usuários únicos 34.329.797 (informações referentes ao mês de dezembro segundo o <em>Adobe Analytics</em> no site da Folha De São Paulo). – Acesso em: 19 de janeiro de 2.016.</p>



<p class="wp-block-paragraph">9 <em>Blogs &#8211;</em> são páginas na internet criadas por qualquer usuário do qual se assemelha na narrativa de um diário ou compartilhamento de diversos assuntos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">10 <em>Microblogs</em> &#8211; são como blogs com a diferença de que é possível publicar textos pequenos, exemplo: Twitterque é permitido apenas 140 caracteres por postagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">11<em> Wikis &#8211;</em> que traduzido significa ‘rápido’, são páginas criadas e modificadas/editadas por diversas pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">12<em> Mass media</em> &#8211; que traduzido significa ‘comunicação em massa’.</p>



<p class="wp-block-paragraph">13 #oqueafolhapensa no twitter para o desenvolvimento do artigo<br><a href="https://twitter.com/search?src=typd&amp;q=%23oqueafolhapensa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://twitter.com/search?src=typd&amp;q=%23oqueafolhapensa</a> – Acesso em: nov. 2015.</p>



<p class="wp-block-paragraph">14 #sigaafolha no twitter para o desenvolvimento do artigo<br><a href="https://twitter.com/search?src=typd&amp;q=%23sigaafolha" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://twitter.com/search?src=typd&amp;q=%23sigaafolha</a> &#8211; Acesso em: nov. 2015.</p>



<p class="wp-block-paragraph">15 A campanha ‘O Que A Folha Pensa’ foi produzida para o meio impresso – jornal Folha de São Paulo e revistascomo também no meio televisivo com filmes de trinta segundos cada, ambos no mesmo período de junho a final e setembro de 2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">16 <em>Youtube </em>&#8211; Site de compartilhamento de vídeos com canais específicos para diversos assuntos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">17 <em>Twitter </em>– Microblog onde é possível postar mensagens de apenas 140 caracteres, além de links, fotografias, vídeos e gifs. O uso de hashtag é um dos pontos principais da rede.</p>



<p class="wp-block-paragraph">18 <em>Facebook </em>– Rede social similar a um diário com a possibilidade de compartilhar com amigos ou público em geral, seja notícias, vídeos, fotos, contém jogos e também pode ser utilizado como página empresarial para promover negócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">19 <em>Tablets </em>– Computador portátil</p>



<p class="wp-block-paragraph">20 <em>Mobiles </em>– Aparelhos celulares onde é possível o uso de aplicativos e acesso à internet.</p>



<p class="wp-block-paragraph">21<em> Casting </em>– é a seleção de profissionais seja atores, modelos, dentre outros para eventos, propagandas, filmes, comerciais, principalmente o que envolve a comunicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">22 <em>Instagram </em>– rede social onde é possível capturar os momentos e compartilhar, seja o dia-a-dia, um evento, pratos, dentre outros. Permitido apenas fotos e vídeos de no máximo 00:15 seg, com legenda e opções de filtros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>REFERÊNCIA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">FOLHA DE SÃO PAULO,<strong> Jornal online</strong>. Disponível em: . Acesso em: 18 de janeiro de 2016. </p>



<p class="wp-block-paragraph">JOLY, Martine; Tradução: APPENZELLER, Marina. <strong>Introdução a analise da imagem</strong> (Coleção Ofício de Arte e Forma). Campinas, SP.: Papirus, 1994 – 3° Reimpressão, 2014. </p>



<p class="wp-block-paragraph">FERRARI, Polyanna. <strong>Hipertexto, hipermídia: as novas ferramentas da comunicação digital.</strong> São Paulo: Contexto, 2012. </p>



<p class="wp-block-paragraph">_________________.<strong> O que uma boa (hashtag) faz por você</strong>. 2014. Disponível em: &lt;<a href="http://www.aberje.com.br/acervo_colunas_ver.asp?ID_COLUNA=1033&amp;ID_COLUNISTA= 13" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> http://www.aberje.com.br/acervo_colunas_ver.asp?ID_COLUNA=1033&amp;ID_COLUNISTA= 13 </a>&gt;. Acesso em: 18 de novembro de 2015. </p>



<p class="wp-block-paragraph">FOLHA,<strong> Twitter</strong>. Disponível em: . Acesso em: 15 de novembro de 2015. </p>



<p class="wp-block-paragraph">JENKINS, Henry; FORD, Sam; GREEN, Joshua; Tradução: ARNAUD, Patrícia. <strong>Cultura da Conexão: Criando valor e significado por meio da mídia propagável</strong>. São Paulo: Aleph, 2014. </p>



<p class="wp-block-paragraph">LEMOS, Andre. et al. <strong>Esfera Pública, Redes e Jornalismo &#8211; Prefácio: Nova esfera conversacional. </strong>Rio de Janeiro: E-papers Serviços Editoriais, 2009. </p>



<p class="wp-block-paragraph">MCLuhan, MARSHALL. Tradução: PIGNATARI, Décio. <strong>Os meios de comunicação como extensões do homem.</strong> 5° Edição. São Paulo: Editora Cultrix, 1964. </p>



<p class="wp-block-paragraph">PEREIRA, Vinícius Andrade. <strong>Práticas de Comunicação e Linguagens Publicitárias nos Meios Digitais: Explorando o Projeto Transficção</strong>. 2006. Disponível em: &lt; <a href="http://www.portcom.intercom.org.br/pdfs/98208839324759053269843914337536409967.pdf >. Acesso em: 02 de novembro de 2015&#8243; target=&#8221;_blank&#8221; rel=&#8221;noreferrer noopener&#8221;>http://www.portcom.intercom.org.br/pdfs/98208839324759053269843914337536409967.pdf &gt;. Acesso em: 02 de novembro de 2015</a>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">RODRIGUES, Daniele Cristine; Organizadores: BIEGING, Patrícia; BUSARELLO, Raul Inácio.<strong> Interatividade nas TICs: abordagens sobre mídias digitais e aprendizagem.</strong> São Paulo: Pimenta Cultural, 2014. &lt; <a href="https://books.google.com.br/books?id=NEvBQAAQBAJ&amp;pg=PA7&amp;dq=alex+primo&amp;hl=pt- 20 BR&amp;source=gbs_toc_r&amp;cad=3#v=onepage&amp;q=alex%20primo&amp;f=false" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://books.google.com.br/books?id=NEvBQAAQBAJ&amp;pg=PA7&amp;dq=alex+primo&amp;hl=pt- 20 BR&amp;source=gbs_toc_r&amp;cad=3#v=onepage&amp;q=alex%20primo&amp;f=false </a>&gt;. Acesso em: 02 de novembro de 2015. </p>



<p class="wp-block-paragraph">SAAD, Elizabeth Corrêa. <strong>Linguagens da informação digital: reflexões conceituais e uma proposta de sistematização.</strong> 2005. Disponível em: . Acesso em: 20 de outubro de 2015. </p>



<p class="wp-block-paragraph">____________________. al. Esfera Pública, Redes e Jornalismo &#8211; <strong>As mídias sociais e o ciberjornalismo: reconfiguração de vozes. </strong>Rio de Janeiro: E-papers Serviços Editoriais, 2009. </p>



<p class="wp-block-paragraph">SANTAELLA, Lucia; NOTH, Winfried. <strong>IMAGEM: Cognição, semiótica, mídia.</strong> São Paulo: Iluminuras, 1997 – 7° Reimpressão,2014. </p>



<p class="wp-block-paragraph">WEINER, João. <strong>Repórter fotográfico do jornal Folha de S.Paulo. </strong>Portfólio disponível em: <a href="https://joaowainer.wordpress.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://joaowainer.wordpress.com/ </a>. Acesso em: 12 de novembro de 2015.</p>



<p class="wp-block-paragraph">_</p>



<p class="wp-block-paragraph">Capa Foto de Beyzanur K.:<a href=" https://www.pexels.com/pt-br/foto/digital-equipamento-maquinario-aparelhos-17616150/"> https://www.pexels.com/pt-br/foto/digital-equipamento-maquinario-aparelhos-17616150/</a></p>



<div data-wp-interactive="core/file" class="wp-block-file"><object data-wp-bind--hidden="!state.hasPdfPreview" hidden class="wp-block-file__embed" data="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/LINGUAGEM-IMAGETICA-E-TEXTUAL-DA-CAMPANHA-O-QUE-A-FOLHA-PENSA-DO-JORNAL-A-FOLHA-DE-SAO-PAULO-SUHELLEN-DOLENGA.pdf" type="application/pdf" style="width:100%;height:600px" aria-label="Incorporado de LINGUAGEM IMAGÉTICA E TEXTUAL DA CAMPANHA O QUE A FOLHA PENSA DO JORNAL A FOLHA DE SÃO PAULO - SUHELLEN DOLENGA."></object><a id="wp-block-file--media-552248c2-5271-4cd9-bb10-1c744c231551" href="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/LINGUAGEM-IMAGETICA-E-TEXTUAL-DA-CAMPANHA-O-QUE-A-FOLHA-PENSA-DO-JORNAL-A-FOLHA-DE-SAO-PAULO-SUHELLEN-DOLENGA.pdf">LINGUAGEM IMAGÉTICA E TEXTUAL DA CAMPANHA O QUE A FOLHA PENSA DO JORNAL A FOLHA DE SÃO PAULO &#8211; SUHELLEN DOLENGA</a><a href="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/LINGUAGEM-IMAGETICA-E-TEXTUAL-DA-CAMPANHA-O-QUE-A-FOLHA-PENSA-DO-JORNAL-A-FOLHA-DE-SAO-PAULO-SUHELLEN-DOLENGA.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download aria-describedby="wp-block-file--media-552248c2-5271-4cd9-bb10-1c744c231551">Baixar</a></div>
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		<title>Artigo: Imaginário contemporâneo e cultura visual (2015)</title>
		<link>https://suhellendolenga.com.br/artigo-imaginario-contemporaneo-e-cultura-visual/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Suhellen Dolenga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jan 2024 15:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[cultura visual]]></category>
		<category><![CDATA[imaginário contemporânceo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oi Tudo bem? Venho recuperando alguns artigos que escrevi durante as especializações que fiz e hoje trago sobre &#8220;Imaginário contemporâneo e cultura visual&#8221; escrito em 2015, para o módulo de Cultura Visual com o professor Leandro Catapam, na pós de Comunicação digital e E-Branding na PUCPR. Caso usar algum trecho do meu artigo, por favor &#8230; </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Oi Tudo bem?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Venho recuperando alguns artigos que escrevi durante as especializações que fiz e hoje trago sobre &#8220;<strong>Imaginário contemporâneo e cultura visual</strong>&#8221; escrito em 2015, para o módulo de Cultura Visual com o professor Leandro Catapam, na pós de Comunicação digital e E-Branding na PUCPR. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Caso usar algum trecho do meu artigo, por favor inserir o crédito*</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Imaginário contemporâneo e cultura visual</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Suhellen Dolenga</p>



<p class="wp-block-paragraph">O excesso de informações e a maneira de como as mesmas chegam até o receptor, varia de cenário constantemente &#8211; seja pela fotografia, o cinema, o rádio, as ruas, a internet, a televisão e inúmeros outros meios que modelam o sujeito fazendo com que a sua atenção seja dividida em inúmeros afazeres, tornando o raciocínio a procura de migalhas concomitante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, qualquer pessoa tem a liberdade de criar conteúdo para variados públicos. Redes sociais, canais de vídeos e blogs – este último principalmente de moda e make que qualquer garota em seu quarto se diz especialista nesta área postando produtos que usa ou ensinando como se arrumar, ganhando milhares de seguidoras e convites para eventos do meio, como também existem os canais no Youtube que em<br>cinco minutos é possível aprender uma receita nova ou saber sobre um livro que levaria meses para ler. E os mais recentes vícios, como o Periscope que tem a função de transmitir ao vivo o que quer que seja e com comentários simultâneos ou até mesmo já podemos conhecer o garoto que está no mesmo ônibus, através do aplicativo de relacionamento Happn, que lhe mostra o perfil da pessoa no exato momento.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Pesquisas já mostraram que a maioria das pessoas compartilha reportagens sem ler. Viramos a Geração “só a cabecinha”, um amontoado de pessoas que vivem com pressa, ansiosas demais pra se aprofundar nas coisas. Somos a geração que lê o título, comenta sobre ele, compartilha, mas não vai até o fim do texto. Não precisa, ninguém lê!” (GRANJA, 2014)</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Por um lado, é bom ter tudo nas mãos mas por outro, não se tem mais prazer nas coisas que antes pareciam importantes e divertidas na vida do indivíduo, a agilidade com que tudo está disponível e simples nos torna mais sedentos de novidades, não deixando mais apreciar pacientemente o clipe novo da banda favorita sem ter que pular o comercial de cinco segundos no início que parece uma eternidade<br>ou assistir o episódio da série do momento sem ter que saber os spoilers antes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, aos poucos percebe-se que esta alienação está deixando as pessoas menos interessantes, vazias, avulsas e burras, somos responsáveis pelo que falamos, postamos, somos e queremos ser vistos e menos privacidade, isto só está acontecendo porque a população está permitindo e deixando se levar pelo o que a mídia propõe, invadindo suas casas, sugando e conseguindo modificar a vida de todos como bem<br>entender.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nossos impulsos estão sendo redirecionados. Estamos vivendo em um estado artificialmente induzido de consciência que se assemelha ao sono. (…) Os pobres e a classe baixa estão crescendo. Justiça racial e direitos humanos são inexistentes. Eles criaram uma sociedade repressiva, e somos seus cúmplices involuntários. Sua intenção de governar reside com a aniquilação da consciência. Nós fomos levados a um transe. Fizeram-nos indiferentes a nós mesmos, aos outros. Estamos focados apenas em nosso próprio benefício. Por favor, entenda. Eles estão seguros, desde que eles não sejam descobertos. Esse é o seu principal método de sobrevivência. Manter-nos dormindo, manter-nos egoístas, manter-nos sedados. &#8221; (Filme They Live, 1988)</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo que a citação acima do filme “Eles Vivem” seja uma obra de ficção científica oitentista e aparenta ser uma alucinação, ele aborda assuntos polêmicos como a cultura do consumismo sendo criticada e tendo foco principal, a forma que é usado os meios de comunicação como o poder de controlar em massa através da elite disfarçada estrategicamente longe dos olhos do público. Uma mensagem de alerta e ao mesmo tempo conflitante, faz com que o receptor sinta-se em momentos de questionar-se sobre o que de fato está rodeando-o e o poder do visível e o invisível que uma simples mensagem visual pode transmitir ao mundo de diversas maneiras subversivas. Uma realidade cada vez mais nítida e relevante vista na atualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda que seja a grande maioria que utilizam como meio principal a televisão para se manterem informados, estes estão interessados em programas que sejam simples, na maior parte do tempo sem sentido e que não os cobrem de muita atenção ou faça os temer do que está por trás da tela por isso muitos se vendem rapidamente pelas informações que de certa forma contém mensagens subliminares, pois nem todos estão preparados para determinadas verdades.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Os meios de comunicação têm responsabilidade e grande influência no que podem causar na vida das pessoas, o que elas possam vir a ser, como são e como devem ser tratadas.” (COUTINHO; JR,2008. Pg.123)</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Sendo assim, é natural pensar sobre uma visão primária que os mais recentes meios de comunicação permanecem como detentores da atenção de seu público como meio de captação e imersão par de dentro de seus meios, produtos e ideias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto a maneira como é transmitida interpretada e recebida uma mensagem, varia muito da cultura, idade, escolaridade de cada pessoa e outros fatores que compõe a vida do indivíduo. É comum hoje, a sociedade estar vivendo num meio digital em permanente mutação e crescimento além de se adaptar na vivencia do ser de maneira que os torne cada vez mais dependentes da tecnologia que são invisivelmente impactados na percepção e capacidade do ser: o que a mídia quer que o cidadão seja, o modo de agir perante aos outros, a forma de ver as coisas, dentre outros meios de deter a atenção do indivíduo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>FONTES</strong>:<br>COUTINHO, Iluska; JR, Potiguara Mendes da Silveira. <strong>Comunicação &amp; Cultura Visual</strong>.<br>Rio de Janeiro. E-papers, 2008.</p>



<p class="wp-block-paragraph">DANIZUDO. “<strong>Eles Vivem”, um filme estranho com uma mensagem poderosa</strong>. Blogspot, &lt;<a href="http://danizudo.blogspot.com.br/2012/04/eles-vivem-um-filme-estranho-comuma.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://danizudo.blogspot.com.br/2012/04/eles-vivem-um-filme-estranho-comuma.html</a>&gt;(Acessado em julho de 2015)</p>



<p class="wp-block-paragraph">GRANJA, Bia. <strong>Geração “só a cabecinha</strong>’. Revista Galileu, 2014<br><a href="http://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2014/07/geracao-so-cabecinha.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2014/07/geracao-so-cabecinha.html </a>(Acessado em julho de 2015)</p>



<p class="wp-block-paragraph">_</p>



<p class="wp-block-paragraph">Capa Foto de Alexandre Quinteiro: <a href="https://www.pexels.com/pt-br/foto/adolescente-morena-casual-descontraido-18730137/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.pexels.com/pt-br/foto/adolescente-morena-casual-descontraido-18730137/ </a></p>



<div data-wp-interactive="core/file" class="wp-block-file"><object data-wp-bind--hidden="!state.hasPdfPreview" hidden class="wp-block-file__embed" data="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Imaginario-contemporaneo-e-cultura-visual-suhellen-dolenga.pdf" type="application/pdf" style="width:100%;height:600px" aria-label="Incorporado de Imaginário contemporâneo e cultura visual - suhellen dolenga."></object><a id="wp-block-file--media-5dc04a8b-d5d0-4e86-8dbb-ffcfcb31b088" href="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Imaginario-contemporaneo-e-cultura-visual-suhellen-dolenga.pdf">Imaginário contemporâneo e cultura visual &#8211; suhellen dolenga</a><a href="https://suhellendolenga.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Imaginario-contemporaneo-e-cultura-visual-suhellen-dolenga.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download aria-describedby="wp-block-file--media-5dc04a8b-d5d0-4e86-8dbb-ffcfcb31b088">Baixar</a></div>
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		<item>
		<title>Artigo: Estão de olho em nós? (2015)</title>
		<link>https://suhellendolenga.com.br/artigo-estao-de-olho-em-nos-2015/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Suhellen Dolenga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Dec 2023 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[a paranoia é real]]></category>
		<category><![CDATA[estamos mesmo sendo vigiados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oi, tudo bem? Semanalmente eu trago um artigo ou texto que tenha escrito enquanto me especializava em algumas áreas. Hoje eu compartiho &#8220;Estão de olho em nós? referente a matéria &#8220;A Paranóia é real&#8221; da Revista Mundo Estranho, Maio 2012, p.16. Minha visão sobre o tema foi feita em 2015, para a matéria de Marketing &#8230; </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Oi, tudo bem?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Semanalmente eu trago um artigo ou texto que tenha escrito enquanto me especializava em algumas áreas. Hoje eu compartiho &#8220;Estão de olho em nós? referente a matéria &#8220;A Paranóia é real&#8221; da Revista Mundo Estranho, Maio 2012, p.16. Minha visão sobre o tema foi feita em 2015, para a matéria de Marketing Digital com a professora Pollyanna M. na pós de Comunicação Digital e E-Branding na PUCPR. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Caso usar algum trecho do meu artigo, por favor inserir o crédito*</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estão de olho em nós?</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Suhellen Dolenga</p>



<p class="wp-block-paragraph">É impossível mensurar e quase sempre nem nós damos conta, mas somos vigiados o tempo todo, seja fora e (pasmem), dentro da própria casa! A acessibilidade a tecnologia digital vem proporcionando um paradigma conflituoso onde nossa relação social está sofrendo profundas transformações, onde a sensação de vigiar e ser vigiado já é uma constante. Estamos em tempos da vigilância onipresente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o começo dos anos 2000 com a expansão da internet o debate a cerca daquilo que envolvem e a privacidade individual entrou em voga pelo simples fato de que uma série de recursos digitais estariam servindo para “espionar” os hábitos dos usuários. O exemplo mais prático é o uso da própria internet. Empresas como Windows já declararam publicamente usar as informações do histórico do usuário como forma de “melhorar seu uso na rede”. O gigante da net também já teve que explicar o motivo de reter em seus bancos de dados, os dados de visitações e informações pessoais. A empresa explica que a ação serve como segurança em caso de problemas judiciais e também, como maneira de “melhorar” o esultado de busca de cada internauta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o dilema envolvendo o excesso de retenção de dados e informações intimas vai além dos servidores. <em>Web cams</em>, podem servirem como espias filmando a ação do dono de um computador da mesma maneira que satélites fotografam em alta resolução imagens de ruas e de terrenos privados. Para se ter uma noção do tamanho desse dilema, em ano passado um foi descoberto uma falha em uma determinada marca de câmera utilizada em monitoramento de segurança (comumente utilizado em mercados, livrarias e farmácias). O erro do IP do produto possibilitava ver as imagens em tempo real através de um site em qualquer lugar do mundo. E ainda falando em retenção de informações, é sabido que vários aplicativos inseridos dentro do celular, servem para localizar o endereço de onde o celular está assim como informações gerais do próprio aparelho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa vigilância constante que frequentemente entra em debates sobre o prima da ética e da individualidade do indivíduo , deve ser compreendida principalmente pelo próprio usuário. Se por uma lado não temos como controlar o que, quem, como e para onde vai nossas informações na sociedade (leia-se exteriormente, como rua, agencias de bancos e afins), dentro de nossa vida privada é possível controlar essa super exposição (as vezes involuntária).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por alguns é visto como paranoia, por outros uma forma direta de evitar ser “vigiado” 24 horas por dias. Bloquear webs cams quando não utilizadas; usar o modo particular do navegador da internet; evitar baixar aplicativos duvidosos em celulares e tablets e desativar o rastreamento de localização de celulares são uma das medidas que podem minimizar a sensação de estar sendo vigiado seja na vida profissional – e principalmente na vida pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Referência: </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">MUNDO ESTRANHO, Revista. Matéria: <strong>A Paranoia é real.</strong> Maio 2012, 16p.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Capa Foto de cottonbro studio: <a href="https://www.pexels.com/pt-br/foto/mulher-em-uma-camisa-listrada-de-branco-e-azul-usando-um-laptop-4626344/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.pexels.com/pt-br/foto/mulher-em-uma-camisa-listrada-de-branco-e-azul-usando-um-laptop-4626344/</a></p>



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