Oi, tudo bem?
No último sábado (22), estive pelo terceiro ano seguido no ENCBR – Encontro Nacional de Consultores de Imagem que acontece anualmente em Curitiba. Um evento que não é apenas focado para consultores, mas para todos além de ser, tenham interesse na área de moda, beleza, bem-estar e empreendedorismo. Fui sozinha no evento e como sempre digo, nunca deixei de fazer algo por falta de companhia porque você pode aproveitar muito e da maneira que achar melhor.
Este ano eu senti, e acredito que reforçou mais uma vez no que acredito, de como a moda, cinema, música e arte falam a mesma língua e como tudo isso molda quem a gente é por dentro e por fora.
Entre corredores lotados, conversas que viram insight e aquela energia criativa que só um evento grande tem, percebi o quanto o estilo não existe isolado. Ele nasce do que a gente consome, das referências que tocam, das cenas de filmes que ficam na cabeça, das bandas que marcaram fases da nossa vida, das cores e movimentos que vemos em cada obra de arte.
A moda é o ponto de encontro de tudo isso. É onde o som vira visual. Onde a estética do cinema vira atitude. Onde a sensibilidade artística ganha forma no corpo.
E esse ano, caminhando pelo ENCBr, lembrei exatamente disso: o quanto meu trabalho, minha visão e meus looks carregam fragmentos das histórias que me formaram. Meu estilo é feito de guitarras distorcidas, de enquadramentos perfeitos, de personagens que me inspiram, de simbologias visuais e de tudo que vibra diferente dentro de mim mesmo que eu esteja passando por uma mudança.
A moda não é só sobre vestir. É sobre traduzir tudo aquilo que a gente ama. E eu saí do ENCBr mais convicta disso do que nunca. E como sempre, fiz um vlogão para vocês!
